Blog Xtech - tudo sobre e-commerce

Blog Xtech - tudo sobre e-commerce

Fique sempre por dentro das últimas tendências, estratégias, ferramentas e novidades do mercado

Resultado para: Agências

Resultado para: Lojistas

Resultado para: Estratégias

Resultado para: Gestão

Resultado para: Marketing

Resultado para: Operações

Resultado para: Tecnologia

Atenção! Hoje dia 17/02/0216 o Supremo Tribunal Federal acaba de anular a decisão do Confaz e restabelece as regras do e-commerce para as empresas do Simples Nacional e Microempreendedores. Suspendendo a alteração no recolhimento do ICMS. Em parceria com o Sebrae, o ministro Dias Toffoli liderou com presteza essa ação em favor da legalidade.
A parceria do Sebrae e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi fundamental para essa vitória!

[NOTÍCIAS] Supremo Tribunal Federal anula decisão do novo ICMS para E-commerce MPE

Atenção! Hoje dia 17/02/0216 o Supremo Tribunal Federal acaba de anular a decisão do Confaz e restabelece as regras do e-commerce para as empresas do Simples Nacional e Microempreendedores. Suspendendo a alteração no recolhimento do ICMS. Em parceria com o Sebrae, o ministro Dias Toffoli liderou com presteza essa ação em favor da legalidade.
A parceria do Sebrae e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi fundamental para essa vitória!

Veja documento oficial: http://bit.ly/1KX8HFO

Atenção! Hoje dia 17/02/0216 o Supremo Tribunal Federal acaba de anular a decisão do Confaz e restabelece as regras do e-commerce para as empresas do Simples Nacional e Microempreendedores. Suspendendo a alteração no recolhimento do ICMS. Em parceria com o Sebrae, o ministro Dias Toffoli liderou com presteza essa ação em favor da legalidade.
A parceria do Sebrae e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi fundamental para essa vitória!

[NOTÍCIAS] Supremo Tribunal Federal anula decisão do novo ICMS para E-commerce MPE

Atenção! Hoje dia 17/02/0216 o Supremo Tribunal Federal acaba de anular a decisão do Confaz e restabelece as regras do e-commerce para as empresas do Simples Nacional e Microempreendedores. Suspendendo a alteração no recolhimento do ICMS. Em parceria com o Sebrae, o ministro Dias Toffoli liderou com presteza essa ação em favor da legalidade.
A parceria do Sebrae e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi fundamental para essa vitória!

Veja documento oficial: http://bit.ly/1KX8HFO

Atenção! Hoje dia 17/02/0216 o Supremo Tribunal Federal acaba de anular a decisão do Confaz e restabelece as regras do e-commerce para as empresas do Simples Nacional e Microempreendedores. Suspendendo a alteração no recolhimento do ICMS. Em parceria com o Sebrae, o ministro Dias Toffoli liderou com presteza essa ação em favor da legalidade.
A parceria do Sebrae e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi fundamental para essa vitória!

[NOTÍCIAS] Supremo Tribunal Federal anula decisão do novo ICMS para E-commerce MPE

Atenção! Hoje dia 17/02/0216 o Supremo Tribunal Federal acaba de anular a decisão do Confaz e restabelece as regras do e-commerce para as empresas do Simples Nacional e Microempreendedores. Suspendendo a alteração no recolhimento do ICMS. Em parceria com o Sebrae, o ministro Dias Toffoli liderou com presteza essa ação em favor da legalidade.
A parceria do Sebrae e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi fundamental para essa vitória!

Veja documento oficial: http://bit.ly/1KX8HFO

Atenção! Hoje dia 17/02/0216 o Supremo Tribunal Federal acaba de anular a decisão do Confaz e restabelece as regras do e-commerce para as empresas do Simples Nacional e Microempreendedores. Suspendendo a alteração no recolhimento do ICMS. Em parceria com o Sebrae, o ministro Dias Toffoli liderou com presteza essa ação em favor da legalidade.
A parceria do Sebrae e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi fundamental para essa vitória!

[NOTÍCIAS] Supremo Tribunal Federal anula decisão do novo ICMS para E-commerce MPE

Atenção! Hoje dia 17/02/0216 o Supremo Tribunal Federal acaba de anular a decisão do Confaz e restabelece as regras do e-commerce para as empresas do Simples Nacional e Microempreendedores. Suspendendo a alteração no recolhimento do ICMS. Em parceria com o Sebrae, o ministro Dias Toffoli liderou com presteza essa ação em favor da legalidade.
A parceria do Sebrae e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi fundamental para essa vitória!

Veja documento oficial: http://bit.ly/1KX8HFO

novo icms no ecommerce

Como já era esperado após a aprovação da PEC 197/2012, que deu origem a Emenda Constitucional 87/2015, o CONFAZ em reunião extraordinária aprovou o Convênio ICMS 93 no dia 17 de setembro de 2015, que foi publicado em Diário oficial no dia 21 de setembro, tornando-se obrigatório a partir de 01/2016. O texto do CONFAZ esclareceu diversos pontos que estavam obscuros na Emenda Constitucional 87/2015, mas também trouxe diversas outras dúvidas principalmente para o setor de E-commerce.

[NOTÍCIAS] Começou o Novo ICMS do E-commerce em Janeiro de 2016, e agora?

Como já era esperado após a aprovação da PEC 197/2012, que deu origem a Emenda Constitucional 87/2015, o CONFAZ em reunião extraordinária aprovou o Convênio ICMS 93 no dia 17 de setembro de 2015, que foi publicado em Diário oficial no dia 21 de setembro, tornando-se obrigatório a partir de 01/2016. O texto do CONFAZ esclareceu diversos pontos que estavam obscuros na Emenda Constitucional 87/2015, mas também trouxe diversas outras dúvidas principalmente para o setor de E-commerce.
Agora é regra e a partir de janeiro de 2016 todos deverão aplicar a nova tributação, portanto, para venda para consumidor final não contribuinte do ICMS a alíquota de destaque em documento fiscal será a alíquota interestadual (7,00% para as Regiões Norte, Nordeste, Centro Oeste, e Espirito Santo – 12% para as Regiões Sul, e Sudeste), e a diferença entre a alíquota interestadual e a alíquota interna do estado de destino deverá ser partilhada entre os estados de origem e destinatário da mercadoria na seguinte proporção:
2016 40% Destino 60% Origem
2017 60% Destino 40% Origem
2018 80% Destino 20% Origem
A partir de 2019 100% recolhido ao estado de Destino.
Vale lembrar que nas vendas para contribuinte do ICMS este será o responsável em recolher a diferença entre as alíquotas do estado de origem e destinatário para o fisco local (Estado onde estiver estabelecido) sem partilhar o recolhimento, ou seja, 100% para o estado de destino.
No artigo anterior “O desafio do e-commerce para 2016: PEC 197 do Comércio Eletrônico” algumas perguntas foram elaboradas e nesta oportunidade na medida do possível serão esclarecidas:
1) A PEC fala de uma partilha do recolhimento 40% para o estado destino, e 60% para o estado de origem, como será o recolhimento para o estado de destino, e de origem, qual a guia, qual o código de recolhimento?
RESPOSTA: o Convênio ICMS 87/2015 estabeleceu na Clausula Quarta que o recolhimento deve ser efetuado por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE ou outro documento de arrecadação, de acordo com a legislação da unidade federada de destino, por ocasião da saída do bem ou do início da prestação de serviço, em relação a cada operação ou prestação, e que o documento de arrecadação deve mencionar o número do respectivo documento fiscal e acompanhar o trânsito do bem ou a prestação do serviço. Ainda teremos que aguardar a definição dos estados sobre qual código deverá ser aplicado.
2) Será criada uma nova obrigação acessória interestadual para que os recolhimentos deste ICMS sejam comprovados? Os contribuintes deverão entregar somente uma, ou vinte e sete declarações aos fiscos estaduais?
RESPOSTA: cláusula Oitava do Convênio ICMS 87/2015 definiu que a escrituração das operações e prestações de serviço de que trata este convênio, bem como o cumprimento das respectivas obrigações acessórias, devem ser disciplinadas em ajuste SINIEF. Significa que precisamos aguardar a definição dos estados.
3) Como será a apuração do ICMS no estado de origem, haverá uma nova alíquota de ICMS, ou a apropriação deverá ser feita na apuração do ICMS?
RESPOSTA: o ICMS fruto da aplicação da alíquota interestadual deverá ser recolhido na apuração do ICMS mensal, já o ICMS fruto da partilha entre os Estados deverá ser recolhido através de GNRE.
4) Como ficará a entrega da obrigação acessória estadual e do EFD ICMS, para o estado de origem? Existirão novos campos para esta apuração?
RESPOSTA: devemos aguardar a definição dos estados através de Ajuste SINIEF conforme instrução na Cláusula Oitava do Convênio ICMS 93/2015.
5) Para produtos importados seguiremos a alíquota interestadual de 4% ou a PEC 197, seguindo as alíquotas interestaduais de 7% para Norte e Nordeste e Espirito Santo, 12% para Sul e Sudeste?
RESPOSTA: o Convênio ICMS 93/2015 na Clausula Primeira item I b estabelece que devera ser utilizada a alíquota interestadual prevista para a operação, para o cálculo do imposto devido à unidade federada de origem; O Convênio não é claro, presume-se que para operação interestadual de produtos importados a alíquota a ser destacada será a alíquota interestadual (7% para Norte, Nordeste, Centro Oeste e Espirito Santo, e 12% para Sul e Sudeste), mas a palavra “prevista para operação” pode remeter a operação de produtos importados onde a alíquota interestadual é de 4% para produtos com similar nacional, e 7% ou 12% para produtos sem similar nacional.
6) Alguns Estados possuem alíquotas internas reduzidas para determinados produtos, é o caso de São Paulo que a alíquota para móveis é de 12%, qual alíquota o contribuinte deverá utilizar para o cálculo? Para operar um E-commerce ele deverá estudar a legislação de todos os estados?
RESPOSTA: o Convênio ICMS 93/2015 na Clausula Primeira Item I a determinou que devemos utilizar a alíquota interna prevista na unidade federada de destino para calcular o ICMS total devido na operação; Portanto deverá ser utilizada a alíquota interna do estado de Destino e não a alíquota do produto. (SP 18%, RJ 19%, MG 18%, RS 17%, etc…).
7) Como ficará o cálculo com as mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária?
RESPOSTA: Para fins de cálculo de mercadorias sujeitas ao Regime de Substituição Tributária somente será recolhida a partilha do ICMS entre os estados de Origem e Destinatário da mercadoria. Idêntico ao processo de venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária para contribuintes do ICMS quando somente a diferença entre as alíquotas deve ser recolhida.
8) Como comprador consumidor final contribuinte do ICMS recolherá a guia a favor do estado do remetente da mercadoria?
RESPOSTA: O comprador contribuinte consumidor final do ICMS recolherá a GNRE em sua totalidade somente para o estado de DESTINO. Situação idêntica ao Diferencial de alíquotas recolhido na compra de produtos para uso e consumo ou ativo imobilizado em outra unidade federativa.
9) As empresas optantes pelo Regime do SIMPLES NACIONAL deverão seguir esta determinação?
RESPOSTA: Convenio ICMS 93/2015 Clausula Nona – Sim, mas recolherão apenas a parcela da partilha que diz respeito ao estado de Destino, na proporção determinada pelo Convenio.

EXEMPLOS PRÁTICOS:
01) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto Nacional
Empresa de Lucro Real/Lucro Presumido
Alíquota Interestadual 12%
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*12% = R$ 120,00
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ
R$ 70,00*60% = R$ 42,00 ao estado de ORIGEM SP

02) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
Empresa de Lucro Real/Lucro Presumido
Alíquota Interestadual 12%
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*0% = R$ 0,00
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*60% = R$ 42,00 ao estado de ORIGEM SP (Aguardar decisão estadual sobre o recolhimento)
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ

03) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto Nacional
Empresa do SIMPLES NACIONAL
Alíquota Interestadual 12%
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*1,25% [considerando que a empresa está na primeira faixa do Anexo I da LC 123] = R$ 12,50
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*60% = R$ 0,00 ao estado de ORIGEM SP (Não devido)
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ

04) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto IMPORTADO (Com similar Nacional)
Empresa do Lucro Real/Lucro Presumido
Alíquota Interestadual 12% (Aguardar decisão Estadual – 04% ou 12%)
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*12% = R$ 120,00
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*60% = R$ 42,00 ao estado de ORIGEM SP
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ

O Convênio ICMS 93/2015 entra em vigor em 01/2016 e algumas dúvidas ainda restam sobre a cobrança do ICMS nas vendas para consumidor final não contribuinte, os estados para não perderem o prazo nonagesimal da cobrança do ICMS promulgaram em parceria com o CONFAZ um rascunho da PEC 197, fato é que os representantes dos Estados não se entenderam e para não prorrogar a cobrança da Partilha do ICMS em janeiro de 2015 simplesmente aprovaram o CONVÊNIO e não responderam diversas perguntas chaves para o bom trabalho e planejamento dos contribuintes.

Por: Ferdinando Brito
Fonte: E-commerce Brasil


novo icms no ecommerce

Como já era esperado após a aprovação da PEC 197/2012, que deu origem a Emenda Constitucional 87/2015, o CONFAZ em reunião extraordinária aprovou o Convênio ICMS 93 no dia 17 de setembro de 2015, que foi publicado em Diário oficial no dia 21 de setembro, tornando-se obrigatório a partir de 01/2016. O texto do CONFAZ esclareceu diversos pontos que estavam obscuros na Emenda Constitucional 87/2015, mas também trouxe diversas outras dúvidas principalmente para o setor de E-commerce.

[NOTÍCIAS] Começou o Novo ICMS do E-commerce em Janeiro de 2016, e agora?

Como já era esperado após a aprovação da PEC 197/2012, que deu origem a Emenda Constitucional 87/2015, o CONFAZ em reunião extraordinária aprovou o Convênio ICMS 93 no dia 17 de setembro de 2015, que foi publicado em Diário oficial no dia 21 de setembro, tornando-se obrigatório a partir de 01/2016. O texto do CONFAZ esclareceu diversos pontos que estavam obscuros na Emenda Constitucional 87/2015, mas também trouxe diversas outras dúvidas principalmente para o setor de E-commerce.
Agora é regra e a partir de janeiro de 2016 todos deverão aplicar a nova tributação, portanto, para venda para consumidor final não contribuinte do ICMS a alíquota de destaque em documento fiscal será a alíquota interestadual (7,00% para as Regiões Norte, Nordeste, Centro Oeste, e Espirito Santo – 12% para as Regiões Sul, e Sudeste), e a diferença entre a alíquota interestadual e a alíquota interna do estado de destino deverá ser partilhada entre os estados de origem e destinatário da mercadoria na seguinte proporção:
2016 40% Destino 60% Origem
2017 60% Destino 40% Origem
2018 80% Destino 20% Origem
A partir de 2019 100% recolhido ao estado de Destino.
Vale lembrar que nas vendas para contribuinte do ICMS este será o responsável em recolher a diferença entre as alíquotas do estado de origem e destinatário para o fisco local (Estado onde estiver estabelecido) sem partilhar o recolhimento, ou seja, 100% para o estado de destino.
No artigo anterior “O desafio do e-commerce para 2016: PEC 197 do Comércio Eletrônico” algumas perguntas foram elaboradas e nesta oportunidade na medida do possível serão esclarecidas:
1) A PEC fala de uma partilha do recolhimento 40% para o estado destino, e 60% para o estado de origem, como será o recolhimento para o estado de destino, e de origem, qual a guia, qual o código de recolhimento?
RESPOSTA: o Convênio ICMS 87/2015 estabeleceu na Clausula Quarta que o recolhimento deve ser efetuado por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE ou outro documento de arrecadação, de acordo com a legislação da unidade federada de destino, por ocasião da saída do bem ou do início da prestação de serviço, em relação a cada operação ou prestação, e que o documento de arrecadação deve mencionar o número do respectivo documento fiscal e acompanhar o trânsito do bem ou a prestação do serviço. Ainda teremos que aguardar a definição dos estados sobre qual código deverá ser aplicado.
2) Será criada uma nova obrigação acessória interestadual para que os recolhimentos deste ICMS sejam comprovados? Os contribuintes deverão entregar somente uma, ou vinte e sete declarações aos fiscos estaduais?
RESPOSTA: cláusula Oitava do Convênio ICMS 87/2015 definiu que a escrituração das operações e prestações de serviço de que trata este convênio, bem como o cumprimento das respectivas obrigações acessórias, devem ser disciplinadas em ajuste SINIEF. Significa que precisamos aguardar a definição dos estados.
3) Como será a apuração do ICMS no estado de origem, haverá uma nova alíquota de ICMS, ou a apropriação deverá ser feita na apuração do ICMS?
RESPOSTA: o ICMS fruto da aplicação da alíquota interestadual deverá ser recolhido na apuração do ICMS mensal, já o ICMS fruto da partilha entre os Estados deverá ser recolhido através de GNRE.
4) Como ficará a entrega da obrigação acessória estadual e do EFD ICMS, para o estado de origem? Existirão novos campos para esta apuração?
RESPOSTA: devemos aguardar a definição dos estados através de Ajuste SINIEF conforme instrução na Cláusula Oitava do Convênio ICMS 93/2015.
5) Para produtos importados seguiremos a alíquota interestadual de 4% ou a PEC 197, seguindo as alíquotas interestaduais de 7% para Norte e Nordeste e Espirito Santo, 12% para Sul e Sudeste?
RESPOSTA: o Convênio ICMS 93/2015 na Clausula Primeira item I b estabelece que devera ser utilizada a alíquota interestadual prevista para a operação, para o cálculo do imposto devido à unidade federada de origem; O Convênio não é claro, presume-se que para operação interestadual de produtos importados a alíquota a ser destacada será a alíquota interestadual (7% para Norte, Nordeste, Centro Oeste e Espirito Santo, e 12% para Sul e Sudeste), mas a palavra “prevista para operação” pode remeter a operação de produtos importados onde a alíquota interestadual é de 4% para produtos com similar nacional, e 7% ou 12% para produtos sem similar nacional.
6) Alguns Estados possuem alíquotas internas reduzidas para determinados produtos, é o caso de São Paulo que a alíquota para móveis é de 12%, qual alíquota o contribuinte deverá utilizar para o cálculo? Para operar um E-commerce ele deverá estudar a legislação de todos os estados?
RESPOSTA: o Convênio ICMS 93/2015 na Clausula Primeira Item I a determinou que devemos utilizar a alíquota interna prevista na unidade federada de destino para calcular o ICMS total devido na operação; Portanto deverá ser utilizada a alíquota interna do estado de Destino e não a alíquota do produto. (SP 18%, RJ 19%, MG 18%, RS 17%, etc…).
7) Como ficará o cálculo com as mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária?
RESPOSTA: Para fins de cálculo de mercadorias sujeitas ao Regime de Substituição Tributária somente será recolhida a partilha do ICMS entre os estados de Origem e Destinatário da mercadoria. Idêntico ao processo de venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária para contribuintes do ICMS quando somente a diferença entre as alíquotas deve ser recolhida.
8) Como comprador consumidor final contribuinte do ICMS recolherá a guia a favor do estado do remetente da mercadoria?
RESPOSTA: O comprador contribuinte consumidor final do ICMS recolherá a GNRE em sua totalidade somente para o estado de DESTINO. Situação idêntica ao Diferencial de alíquotas recolhido na compra de produtos para uso e consumo ou ativo imobilizado em outra unidade federativa.
9) As empresas optantes pelo Regime do SIMPLES NACIONAL deverão seguir esta determinação?
RESPOSTA: Convenio ICMS 93/2015 Clausula Nona – Sim, mas recolherão apenas a parcela da partilha que diz respeito ao estado de Destino, na proporção determinada pelo Convenio.

EXEMPLOS PRÁTICOS:
01) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto Nacional
Empresa de Lucro Real/Lucro Presumido
Alíquota Interestadual 12%
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*12% = R$ 120,00
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ
R$ 70,00*60% = R$ 42,00 ao estado de ORIGEM SP

02) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
Empresa de Lucro Real/Lucro Presumido
Alíquota Interestadual 12%
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*0% = R$ 0,00
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*60% = R$ 42,00 ao estado de ORIGEM SP (Aguardar decisão estadual sobre o recolhimento)
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ

03) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto Nacional
Empresa do SIMPLES NACIONAL
Alíquota Interestadual 12%
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*1,25% [considerando que a empresa está na primeira faixa do Anexo I da LC 123] = R$ 12,50
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*60% = R$ 0,00 ao estado de ORIGEM SP (Não devido)
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ

04) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto IMPORTADO (Com similar Nacional)
Empresa do Lucro Real/Lucro Presumido
Alíquota Interestadual 12% (Aguardar decisão Estadual – 04% ou 12%)
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*12% = R$ 120,00
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*60% = R$ 42,00 ao estado de ORIGEM SP
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ

O Convênio ICMS 93/2015 entra em vigor em 01/2016 e algumas dúvidas ainda restam sobre a cobrança do ICMS nas vendas para consumidor final não contribuinte, os estados para não perderem o prazo nonagesimal da cobrança do ICMS promulgaram em parceria com o CONFAZ um rascunho da PEC 197, fato é que os representantes dos Estados não se entenderam e para não prorrogar a cobrança da Partilha do ICMS em janeiro de 2015 simplesmente aprovaram o CONVÊNIO e não responderam diversas perguntas chaves para o bom trabalho e planejamento dos contribuintes.

Por: Ferdinando Brito
Fonte: E-commerce Brasil


novo icms no ecommerce

Como já era esperado após a aprovação da PEC 197/2012, que deu origem a Emenda Constitucional 87/2015, o CONFAZ em reunião extraordinária aprovou o Convênio ICMS 93 no dia 17 de setembro de 2015, que foi publicado em Diário oficial no dia 21 de setembro, tornando-se obrigatório a partir de 01/2016. O texto do CONFAZ esclareceu diversos pontos que estavam obscuros na Emenda Constitucional 87/2015, mas também trouxe diversas outras dúvidas principalmente para o setor de E-commerce.

[NOTÍCIAS] Começou o Novo ICMS do E-commerce em Janeiro de 2016, e agora?

Como já era esperado após a aprovação da PEC 197/2012, que deu origem a Emenda Constitucional 87/2015, o CONFAZ em reunião extraordinária aprovou o Convênio ICMS 93 no dia 17 de setembro de 2015, que foi publicado em Diário oficial no dia 21 de setembro, tornando-se obrigatório a partir de 01/2016. O texto do CONFAZ esclareceu diversos pontos que estavam obscuros na Emenda Constitucional 87/2015, mas também trouxe diversas outras dúvidas principalmente para o setor de E-commerce.
Agora é regra e a partir de janeiro de 2016 todos deverão aplicar a nova tributação, portanto, para venda para consumidor final não contribuinte do ICMS a alíquota de destaque em documento fiscal será a alíquota interestadual (7,00% para as Regiões Norte, Nordeste, Centro Oeste, e Espirito Santo – 12% para as Regiões Sul, e Sudeste), e a diferença entre a alíquota interestadual e a alíquota interna do estado de destino deverá ser partilhada entre os estados de origem e destinatário da mercadoria na seguinte proporção:
2016 40% Destino 60% Origem
2017 60% Destino 40% Origem
2018 80% Destino 20% Origem
A partir de 2019 100% recolhido ao estado de Destino.
Vale lembrar que nas vendas para contribuinte do ICMS este será o responsável em recolher a diferença entre as alíquotas do estado de origem e destinatário para o fisco local (Estado onde estiver estabelecido) sem partilhar o recolhimento, ou seja, 100% para o estado de destino.
No artigo anterior “O desafio do e-commerce para 2016: PEC 197 do Comércio Eletrônico” algumas perguntas foram elaboradas e nesta oportunidade na medida do possível serão esclarecidas:
1) A PEC fala de uma partilha do recolhimento 40% para o estado destino, e 60% para o estado de origem, como será o recolhimento para o estado de destino, e de origem, qual a guia, qual o código de recolhimento?
RESPOSTA: o Convênio ICMS 87/2015 estabeleceu na Clausula Quarta que o recolhimento deve ser efetuado por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE ou outro documento de arrecadação, de acordo com a legislação da unidade federada de destino, por ocasião da saída do bem ou do início da prestação de serviço, em relação a cada operação ou prestação, e que o documento de arrecadação deve mencionar o número do respectivo documento fiscal e acompanhar o trânsito do bem ou a prestação do serviço. Ainda teremos que aguardar a definição dos estados sobre qual código deverá ser aplicado.
2) Será criada uma nova obrigação acessória interestadual para que os recolhimentos deste ICMS sejam comprovados? Os contribuintes deverão entregar somente uma, ou vinte e sete declarações aos fiscos estaduais?
RESPOSTA: cláusula Oitava do Convênio ICMS 87/2015 definiu que a escrituração das operações e prestações de serviço de que trata este convênio, bem como o cumprimento das respectivas obrigações acessórias, devem ser disciplinadas em ajuste SINIEF. Significa que precisamos aguardar a definição dos estados.
3) Como será a apuração do ICMS no estado de origem, haverá uma nova alíquota de ICMS, ou a apropriação deverá ser feita na apuração do ICMS?
RESPOSTA: o ICMS fruto da aplicação da alíquota interestadual deverá ser recolhido na apuração do ICMS mensal, já o ICMS fruto da partilha entre os Estados deverá ser recolhido através de GNRE.
4) Como ficará a entrega da obrigação acessória estadual e do EFD ICMS, para o estado de origem? Existirão novos campos para esta apuração?
RESPOSTA: devemos aguardar a definição dos estados através de Ajuste SINIEF conforme instrução na Cláusula Oitava do Convênio ICMS 93/2015.
5) Para produtos importados seguiremos a alíquota interestadual de 4% ou a PEC 197, seguindo as alíquotas interestaduais de 7% para Norte e Nordeste e Espirito Santo, 12% para Sul e Sudeste?
RESPOSTA: o Convênio ICMS 93/2015 na Clausula Primeira item I b estabelece que devera ser utilizada a alíquota interestadual prevista para a operação, para o cálculo do imposto devido à unidade federada de origem; O Convênio não é claro, presume-se que para operação interestadual de produtos importados a alíquota a ser destacada será a alíquota interestadual (7% para Norte, Nordeste, Centro Oeste e Espirito Santo, e 12% para Sul e Sudeste), mas a palavra “prevista para operação” pode remeter a operação de produtos importados onde a alíquota interestadual é de 4% para produtos com similar nacional, e 7% ou 12% para produtos sem similar nacional.
6) Alguns Estados possuem alíquotas internas reduzidas para determinados produtos, é o caso de São Paulo que a alíquota para móveis é de 12%, qual alíquota o contribuinte deverá utilizar para o cálculo? Para operar um E-commerce ele deverá estudar a legislação de todos os estados?
RESPOSTA: o Convênio ICMS 93/2015 na Clausula Primeira Item I a determinou que devemos utilizar a alíquota interna prevista na unidade federada de destino para calcular o ICMS total devido na operação; Portanto deverá ser utilizada a alíquota interna do estado de Destino e não a alíquota do produto. (SP 18%, RJ 19%, MG 18%, RS 17%, etc…).
7) Como ficará o cálculo com as mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária?
RESPOSTA: Para fins de cálculo de mercadorias sujeitas ao Regime de Substituição Tributária somente será recolhida a partilha do ICMS entre os estados de Origem e Destinatário da mercadoria. Idêntico ao processo de venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária para contribuintes do ICMS quando somente a diferença entre as alíquotas deve ser recolhida.
8) Como comprador consumidor final contribuinte do ICMS recolherá a guia a favor do estado do remetente da mercadoria?
RESPOSTA: O comprador contribuinte consumidor final do ICMS recolherá a GNRE em sua totalidade somente para o estado de DESTINO. Situação idêntica ao Diferencial de alíquotas recolhido na compra de produtos para uso e consumo ou ativo imobilizado em outra unidade federativa.
9) As empresas optantes pelo Regime do SIMPLES NACIONAL deverão seguir esta determinação?
RESPOSTA: Convenio ICMS 93/2015 Clausula Nona – Sim, mas recolherão apenas a parcela da partilha que diz respeito ao estado de Destino, na proporção determinada pelo Convenio.

EXEMPLOS PRÁTICOS:
01) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto Nacional
Empresa de Lucro Real/Lucro Presumido
Alíquota Interestadual 12%
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*12% = R$ 120,00
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ
R$ 70,00*60% = R$ 42,00 ao estado de ORIGEM SP

02) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
Empresa de Lucro Real/Lucro Presumido
Alíquota Interestadual 12%
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*0% = R$ 0,00
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*60% = R$ 42,00 ao estado de ORIGEM SP (Aguardar decisão estadual sobre o recolhimento)
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ

03) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto Nacional
Empresa do SIMPLES NACIONAL
Alíquota Interestadual 12%
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*1,25% [considerando que a empresa está na primeira faixa do Anexo I da LC 123] = R$ 12,50
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*60% = R$ 0,00 ao estado de ORIGEM SP (Não devido)
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ

04) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto IMPORTADO (Com similar Nacional)
Empresa do Lucro Real/Lucro Presumido
Alíquota Interestadual 12% (Aguardar decisão Estadual – 04% ou 12%)
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*12% = R$ 120,00
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*60% = R$ 42,00 ao estado de ORIGEM SP
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ

O Convênio ICMS 93/2015 entra em vigor em 01/2016 e algumas dúvidas ainda restam sobre a cobrança do ICMS nas vendas para consumidor final não contribuinte, os estados para não perderem o prazo nonagesimal da cobrança do ICMS promulgaram em parceria com o CONFAZ um rascunho da PEC 197, fato é que os representantes dos Estados não se entenderam e para não prorrogar a cobrança da Partilha do ICMS em janeiro de 2015 simplesmente aprovaram o CONVÊNIO e não responderam diversas perguntas chaves para o bom trabalho e planejamento dos contribuintes.

Por: Ferdinando Brito
Fonte: E-commerce Brasil


novo icms no ecommerce

Como já era esperado após a aprovação da PEC 197/2012, que deu origem a Emenda Constitucional 87/2015, o CONFAZ em reunião extraordinária aprovou o Convênio ICMS 93 no dia 17 de setembro de 2015, que foi publicado em Diário oficial no dia 21 de setembro, tornando-se obrigatório a partir de 01/2016. O texto do CONFAZ esclareceu diversos pontos que estavam obscuros na Emenda Constitucional 87/2015, mas também trouxe diversas outras dúvidas principalmente para o setor de E-commerce.

[NOTÍCIAS] Começou o Novo ICMS do E-commerce em Janeiro de 2016, e agora?

Como já era esperado após a aprovação da PEC 197/2012, que deu origem a Emenda Constitucional 87/2015, o CONFAZ em reunião extraordinária aprovou o Convênio ICMS 93 no dia 17 de setembro de 2015, que foi publicado em Diário oficial no dia 21 de setembro, tornando-se obrigatório a partir de 01/2016. O texto do CONFAZ esclareceu diversos pontos que estavam obscuros na Emenda Constitucional 87/2015, mas também trouxe diversas outras dúvidas principalmente para o setor de E-commerce.
Agora é regra e a partir de janeiro de 2016 todos deverão aplicar a nova tributação, portanto, para venda para consumidor final não contribuinte do ICMS a alíquota de destaque em documento fiscal será a alíquota interestadual (7,00% para as Regiões Norte, Nordeste, Centro Oeste, e Espirito Santo – 12% para as Regiões Sul, e Sudeste), e a diferença entre a alíquota interestadual e a alíquota interna do estado de destino deverá ser partilhada entre os estados de origem e destinatário da mercadoria na seguinte proporção:
2016 40% Destino 60% Origem
2017 60% Destino 40% Origem
2018 80% Destino 20% Origem
A partir de 2019 100% recolhido ao estado de Destino.
Vale lembrar que nas vendas para contribuinte do ICMS este será o responsável em recolher a diferença entre as alíquotas do estado de origem e destinatário para o fisco local (Estado onde estiver estabelecido) sem partilhar o recolhimento, ou seja, 100% para o estado de destino.
No artigo anterior “O desafio do e-commerce para 2016: PEC 197 do Comércio Eletrônico” algumas perguntas foram elaboradas e nesta oportunidade na medida do possível serão esclarecidas:
1) A PEC fala de uma partilha do recolhimento 40% para o estado destino, e 60% para o estado de origem, como será o recolhimento para o estado de destino, e de origem, qual a guia, qual o código de recolhimento?
RESPOSTA: o Convênio ICMS 87/2015 estabeleceu na Clausula Quarta que o recolhimento deve ser efetuado por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE ou outro documento de arrecadação, de acordo com a legislação da unidade federada de destino, por ocasião da saída do bem ou do início da prestação de serviço, em relação a cada operação ou prestação, e que o documento de arrecadação deve mencionar o número do respectivo documento fiscal e acompanhar o trânsito do bem ou a prestação do serviço. Ainda teremos que aguardar a definição dos estados sobre qual código deverá ser aplicado.
2) Será criada uma nova obrigação acessória interestadual para que os recolhimentos deste ICMS sejam comprovados? Os contribuintes deverão entregar somente uma, ou vinte e sete declarações aos fiscos estaduais?
RESPOSTA: cláusula Oitava do Convênio ICMS 87/2015 definiu que a escrituração das operações e prestações de serviço de que trata este convênio, bem como o cumprimento das respectivas obrigações acessórias, devem ser disciplinadas em ajuste SINIEF. Significa que precisamos aguardar a definição dos estados.
3) Como será a apuração do ICMS no estado de origem, haverá uma nova alíquota de ICMS, ou a apropriação deverá ser feita na apuração do ICMS?
RESPOSTA: o ICMS fruto da aplicação da alíquota interestadual deverá ser recolhido na apuração do ICMS mensal, já o ICMS fruto da partilha entre os Estados deverá ser recolhido através de GNRE.
4) Como ficará a entrega da obrigação acessória estadual e do EFD ICMS, para o estado de origem? Existirão novos campos para esta apuração?
RESPOSTA: devemos aguardar a definição dos estados através de Ajuste SINIEF conforme instrução na Cláusula Oitava do Convênio ICMS 93/2015.
5) Para produtos importados seguiremos a alíquota interestadual de 4% ou a PEC 197, seguindo as alíquotas interestaduais de 7% para Norte e Nordeste e Espirito Santo, 12% para Sul e Sudeste?
RESPOSTA: o Convênio ICMS 93/2015 na Clausula Primeira item I b estabelece que devera ser utilizada a alíquota interestadual prevista para a operação, para o cálculo do imposto devido à unidade federada de origem; O Convênio não é claro, presume-se que para operação interestadual de produtos importados a alíquota a ser destacada será a alíquota interestadual (7% para Norte, Nordeste, Centro Oeste e Espirito Santo, e 12% para Sul e Sudeste), mas a palavra “prevista para operação” pode remeter a operação de produtos importados onde a alíquota interestadual é de 4% para produtos com similar nacional, e 7% ou 12% para produtos sem similar nacional.
6) Alguns Estados possuem alíquotas internas reduzidas para determinados produtos, é o caso de São Paulo que a alíquota para móveis é de 12%, qual alíquota o contribuinte deverá utilizar para o cálculo? Para operar um E-commerce ele deverá estudar a legislação de todos os estados?
RESPOSTA: o Convênio ICMS 93/2015 na Clausula Primeira Item I a determinou que devemos utilizar a alíquota interna prevista na unidade federada de destino para calcular o ICMS total devido na operação; Portanto deverá ser utilizada a alíquota interna do estado de Destino e não a alíquota do produto. (SP 18%, RJ 19%, MG 18%, RS 17%, etc…).
7) Como ficará o cálculo com as mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária?
RESPOSTA: Para fins de cálculo de mercadorias sujeitas ao Regime de Substituição Tributária somente será recolhida a partilha do ICMS entre os estados de Origem e Destinatário da mercadoria. Idêntico ao processo de venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária para contribuintes do ICMS quando somente a diferença entre as alíquotas deve ser recolhida.
8) Como comprador consumidor final contribuinte do ICMS recolherá a guia a favor do estado do remetente da mercadoria?
RESPOSTA: O comprador contribuinte consumidor final do ICMS recolherá a GNRE em sua totalidade somente para o estado de DESTINO. Situação idêntica ao Diferencial de alíquotas recolhido na compra de produtos para uso e consumo ou ativo imobilizado em outra unidade federativa.
9) As empresas optantes pelo Regime do SIMPLES NACIONAL deverão seguir esta determinação?
RESPOSTA: Convenio ICMS 93/2015 Clausula Nona – Sim, mas recolherão apenas a parcela da partilha que diz respeito ao estado de Destino, na proporção determinada pelo Convenio.

EXEMPLOS PRÁTICOS:
01) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto Nacional
Empresa de Lucro Real/Lucro Presumido
Alíquota Interestadual 12%
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*12% = R$ 120,00
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ
R$ 70,00*60% = R$ 42,00 ao estado de ORIGEM SP

02) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
Empresa de Lucro Real/Lucro Presumido
Alíquota Interestadual 12%
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*0% = R$ 0,00
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*60% = R$ 42,00 ao estado de ORIGEM SP (Aguardar decisão estadual sobre o recolhimento)
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ

03) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto Nacional
Empresa do SIMPLES NACIONAL
Alíquota Interestadual 12%
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*1,25% [considerando que a empresa está na primeira faixa do Anexo I da LC 123] = R$ 12,50
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*60% = R$ 0,00 ao estado de ORIGEM SP (Não devido)
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ

04) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto IMPORTADO (Com similar Nacional)
Empresa do Lucro Real/Lucro Presumido
Alíquota Interestadual 12% (Aguardar decisão Estadual – 04% ou 12%)
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*12% = R$ 120,00
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*60% = R$ 42,00 ao estado de ORIGEM SP
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ

O Convênio ICMS 93/2015 entra em vigor em 01/2016 e algumas dúvidas ainda restam sobre a cobrança do ICMS nas vendas para consumidor final não contribuinte, os estados para não perderem o prazo nonagesimal da cobrança do ICMS promulgaram em parceria com o CONFAZ um rascunho da PEC 197, fato é que os representantes dos Estados não se entenderam e para não prorrogar a cobrança da Partilha do ICMS em janeiro de 2015 simplesmente aprovaram o CONVÊNIO e não responderam diversas perguntas chaves para o bom trabalho e planejamento dos contribuintes.

Por: Ferdinando Brito
Fonte: E-commerce Brasil


Assim como em qualquer outra empresa, a ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telegrafos) também é responsável pelos serviços prestados e pelos objetos que lhe são confiados, desde a o recebimento das mãos do remetente até a efetiva entrega às mãos do destinatário. Seu dever de qualidade na prestação de serviços de entregas estão transcritas na Lei nº. 6.538, de 22/06/78.

[ECOSSISTEMA] Você sabia que os Correios indenizam por atraso ou por problemas na entrega?

Assim como em qualquer outra empresa, a ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telegrafos) também é responsável pelos serviços prestados e pelos objetos que lhe são confiados, desde a o recebimento das mãos do remetente até a efetiva entrega às mãos do destinatário. Seu dever de qualidade na prestação de serviços de entregas estão transcritas na Lei nº. 6.538, de 22/06/78.
Segundo os Correios, o objeto pertence ao remetente até que seja devidamente entregue, motivo pelo qual a indenização é sempre paga a ele e nunca ao destinatário.

Os casos previstos para pagamento de indenização são:

1
. Extravio ou não localização no fluxo postal
Extravio é quando a encomenda se perde, foi furtada no todo ou em parte. Eram 10 pacotes e os Correios entregaram apenas 4, por exemplo.
Já a não localização no fluxo postal, é quando os Correios “perdem” a encomenda durante o trajeto de entrega. Pode ser que ainda a encontrem e entreguem ao destinatário, gerando uma insegurança enorme ao remetente. Sabemos que o consumidor é inseguro e impaciente. Como a ECT diz que indenizará se não achar o pedido em até 10 dias úteis, o consumidor ficará esperando até que a resposta efetiva, sob pena de causar prejuízo à empresa caso envie uma segunda encomenda e a primeira, perdida, seja encontrada e entregue.

2.
Roubo
Quando o objeto foi roubado, mediante registro de Boletim de Ocorrência.

3.
Atraso na entrega
Situação em que o objeto, segundo informação do SRO, tem efetivamente sua primeira tentativa de entrega realizada ou disponibilização do objeto ao cliente fora do prazo previsto, conforme a modalidade do serviço.

4.Avaria:
Quando, no momento da entrega ao destinatário ou devolução ao remetente, o objeto apresenta dano parcial ou total do seu conteúdo.Portanto, os Correios são obrigados por força de Lei à reparar os danos causados ao remetente, exceto se o prejuízo causado resultar de algumas das três hipóteses de isenção de responsabilidade, elencados no Art. 17 da referida lei:

Artigo 17 da Lei nº 6.538 de 22 de Junho de 1978
Art. 17º - A empresa exploradora ao serviço postal responde, na forma prevista em regulamento, pela perda ou danificação de objeto postal, devidamente registrado, salvo nos casos de:I - força maior;São casos de acontecimento alheios às vontades das partes que não poderiam ser previstos ou evitados. A isenção de responsabilidade à ECT, neste caso, encontra respaldo no Art. 393 do Código Civil, transcrevendo que “O devedor não responde pelos prejuízos resultantes de caso fortuito ou força maior, se expressamente não se houver por eles responsabilizado.”
A força maior, seria “o fato de terceiro, que criou, para execução da obrigação, um obstáculo, que a boa vontade do devedor não pôde vencer” (Commenttiire théorique et pratique du Code Civil, v. ‘7, p. 143).
São exemplos de força maior: a greve, o embargo de autoridade pública, raios, terremotos, inundações, etc.
Importante salientar que a isenção de responsabilidade se dá quando a ECT está em dia com a entrega. Se a entrega já estiver em atraso e após isso, sobrevier motivo de força maior, os Correios deverão indenizar o remetente conforme Art. 399 do Código Civil:
Art. 399. O devedor em mora responde pela impossibilidade da prestação, embora essa impossibilidade resulte de caso fortuito ou de força maior, se estes ocorrerem durante o atraso; salvo se provar isenção de culpa, ou que o dano sobreviria ainda quando a obrigação fosse oportunamente desempenhada.Isso quer dizer que se uma mercadoria for avariada por causa de inundação ao galpão dos Correios devido as fortes chuvas, no dia 22/12, mas que deveria ter sido entregue no dia 15/12 (08 dias antes da inundação), os Correios são sim responsáveis pelo prejuízo e deverão indenizar o remetente.
II - confisco ou destruição por autoridade competente;
Dispensando maiores explicação, são os casos provenientes de ação de autoridade competente, como a Receita Federal por exemplo.
III - não reclamação nos prazos previstos em regulamento.|
Os Correios reservam-se ao direito, pautado no Artigo 26 do Código de Defesa do Consumidor - CDC, de não aceitar reclamações, após 90 (noventa) dias, contados da data prevista para entrega do objeto ou do fato que gerou a pretensão de reclamar (avaria, extravio, etc)
Art. 26. O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em:
I - trinta dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos não duráveis;
II - noventa dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos duráveis.
§ 1° Inicia-se a contagem do prazo decadencial a partir da entrega efetiva do produto ou do término da execução dos serviços.




Fonte: Find My Pack
O que fazemos? Temos o poder de automatizar toda a monitoria de suas encomendas nos Correios. Você nunca mais vai se preocupar em abrir manualmente nenhum PI (Pedido de Informação) sequer.
Quer testar sem custo? Lojista Xtech Commerce tem 30 dias grátis para testar o Find My Pack. COMPROVE!

Assim como em qualquer outra empresa, a ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telegrafos) também é responsável pelos serviços prestados e pelos objetos que lhe são confiados, desde a o recebimento das mãos do remetente até a efetiva entrega às mãos do destinatário. Seu dever de qualidade na prestação de serviços de entregas estão transcritas na Lei nº. 6.538, de 22/06/78.

[ECOSSISTEMA] Você sabia que os Correios indenizam por atraso ou por problemas na entrega?

Assim como em qualquer outra empresa, a ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telegrafos) também é responsável pelos serviços prestados e pelos objetos que lhe são confiados, desde a o recebimento das mãos do remetente até a efetiva entrega às mãos do destinatário. Seu dever de qualidade na prestação de serviços de entregas estão transcritas na Lei nº. 6.538, de 22/06/78.
Segundo os Correios, o objeto pertence ao remetente até que seja devidamente entregue, motivo pelo qual a indenização é sempre paga a ele e nunca ao destinatário.

Os casos previstos para pagamento de indenização são:

1
. Extravio ou não localização no fluxo postal
Extravio é quando a encomenda se perde, foi furtada no todo ou em parte. Eram 10 pacotes e os Correios entregaram apenas 4, por exemplo.
Já a não localização no fluxo postal, é quando os Correios “perdem” a encomenda durante o trajeto de entrega. Pode ser que ainda a encontrem e entreguem ao destinatário, gerando uma insegurança enorme ao remetente. Sabemos que o consumidor é inseguro e impaciente. Como a ECT diz que indenizará se não achar o pedido em até 10 dias úteis, o consumidor ficará esperando até que a resposta efetiva, sob pena de causar prejuízo à empresa caso envie uma segunda encomenda e a primeira, perdida, seja encontrada e entregue.

2.
Roubo
Quando o objeto foi roubado, mediante registro de Boletim de Ocorrência.

3.
Atraso na entrega
Situação em que o objeto, segundo informação do SRO, tem efetivamente sua primeira tentativa de entrega realizada ou disponibilização do objeto ao cliente fora do prazo previsto, conforme a modalidade do serviço.

4.Avaria:
Quando, no momento da entrega ao destinatário ou devolução ao remetente, o objeto apresenta dano parcial ou total do seu conteúdo.Portanto, os Correios são obrigados por força de Lei à reparar os danos causados ao remetente, exceto se o prejuízo causado resultar de algumas das três hipóteses de isenção de responsabilidade, elencados no Art. 17 da referida lei:

Artigo 17 da Lei nº 6.538 de 22 de Junho de 1978
Art. 17º - A empresa exploradora ao serviço postal responde, na forma prevista em regulamento, pela perda ou danificação de objeto postal, devidamente registrado, salvo nos casos de:I - força maior;São casos de acontecimento alheios às vontades das partes que não poderiam ser previstos ou evitados. A isenção de responsabilidade à ECT, neste caso, encontra respaldo no Art. 393 do Código Civil, transcrevendo que “O devedor não responde pelos prejuízos resultantes de caso fortuito ou força maior, se expressamente não se houver por eles responsabilizado.”
A força maior, seria “o fato de terceiro, que criou, para execução da obrigação, um obstáculo, que a boa vontade do devedor não pôde vencer” (Commenttiire théorique et pratique du Code Civil, v. ‘7, p. 143).
São exemplos de força maior: a greve, o embargo de autoridade pública, raios, terremotos, inundações, etc.
Importante salientar que a isenção de responsabilidade se dá quando a ECT está em dia com a entrega. Se a entrega já estiver em atraso e após isso, sobrevier motivo de força maior, os Correios deverão indenizar o remetente conforme Art. 399 do Código Civil:
Art. 399. O devedor em mora responde pela impossibilidade da prestação, embora essa impossibilidade resulte de caso fortuito ou de força maior, se estes ocorrerem durante o atraso; salvo se provar isenção de culpa, ou que o dano sobreviria ainda quando a obrigação fosse oportunamente desempenhada.Isso quer dizer que se uma mercadoria for avariada por causa de inundação ao galpão dos Correios devido as fortes chuvas, no dia 22/12, mas que deveria ter sido entregue no dia 15/12 (08 dias antes da inundação), os Correios são sim responsáveis pelo prejuízo e deverão indenizar o remetente.
II - confisco ou destruição por autoridade competente;
Dispensando maiores explicação, são os casos provenientes de ação de autoridade competente, como a Receita Federal por exemplo.
III - não reclamação nos prazos previstos em regulamento.|
Os Correios reservam-se ao direito, pautado no Artigo 26 do Código de Defesa do Consumidor - CDC, de não aceitar reclamações, após 90 (noventa) dias, contados da data prevista para entrega do objeto ou do fato que gerou a pretensão de reclamar (avaria, extravio, etc)
Art. 26. O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em:
I - trinta dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos não duráveis;
II - noventa dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos duráveis.
§ 1° Inicia-se a contagem do prazo decadencial a partir da entrega efetiva do produto ou do término da execução dos serviços.




Fonte: Find My Pack
O que fazemos? Temos o poder de automatizar toda a monitoria de suas encomendas nos Correios. Você nunca mais vai se preocupar em abrir manualmente nenhum PI (Pedido de Informação) sequer.
Quer testar sem custo? Lojista Xtech Commerce tem 30 dias grátis para testar o Find My Pack. COMPROVE!

Assim como em qualquer outra empresa, a ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telegrafos) também é responsável pelos serviços prestados e pelos objetos que lhe são confiados, desde a o recebimento das mãos do remetente até a efetiva entrega às mãos do destinatário. Seu dever de qualidade na prestação de serviços de entregas estão transcritas na Lei nº. 6.538, de 22/06/78.

[ECOSSISTEMA] Você sabia que os Correios indenizam por atraso ou por problemas na entrega?

Assim como em qualquer outra empresa, a ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telegrafos) também é responsável pelos serviços prestados e pelos objetos que lhe são confiados, desde a o recebimento das mãos do remetente até a efetiva entrega às mãos do destinatário. Seu dever de qualidade na prestação de serviços de entregas estão transcritas na Lei nº. 6.538, de 22/06/78.
Segundo os Correios, o objeto pertence ao remetente até que seja devidamente entregue, motivo pelo qual a indenização é sempre paga a ele e nunca ao destinatário.

Os casos previstos para pagamento de indenização são:

1
. Extravio ou não localização no fluxo postal
Extravio é quando a encomenda se perde, foi furtada no todo ou em parte. Eram 10 pacotes e os Correios entregaram apenas 4, por exemplo.
Já a não localização no fluxo postal, é quando os Correios “perdem” a encomenda durante o trajeto de entrega. Pode ser que ainda a encontrem e entreguem ao destinatário, gerando uma insegurança enorme ao remetente. Sabemos que o consumidor é inseguro e impaciente. Como a ECT diz que indenizará se não achar o pedido em até 10 dias úteis, o consumidor ficará esperando até que a resposta efetiva, sob pena de causar prejuízo à empresa caso envie uma segunda encomenda e a primeira, perdida, seja encontrada e entregue.

2.
Roubo
Quando o objeto foi roubado, mediante registro de Boletim de Ocorrência.

3.
Atraso na entrega
Situação em que o objeto, segundo informação do SRO, tem efetivamente sua primeira tentativa de entrega realizada ou disponibilização do objeto ao cliente fora do prazo previsto, conforme a modalidade do serviço.

4.Avaria:
Quando, no momento da entrega ao destinatário ou devolução ao remetente, o objeto apresenta dano parcial ou total do seu conteúdo.Portanto, os Correios são obrigados por força de Lei à reparar os danos causados ao remetente, exceto se o prejuízo causado resultar de algumas das três hipóteses de isenção de responsabilidade, elencados no Art. 17 da referida lei:

Artigo 17 da Lei nº 6.538 de 22 de Junho de 1978
Art. 17º - A empresa exploradora ao serviço postal responde, na forma prevista em regulamento, pela perda ou danificação de objeto postal, devidamente registrado, salvo nos casos de:I - força maior;São casos de acontecimento alheios às vontades das partes que não poderiam ser previstos ou evitados. A isenção de responsabilidade à ECT, neste caso, encontra respaldo no Art. 393 do Código Civil, transcrevendo que “O devedor não responde pelos prejuízos resultantes de caso fortuito ou força maior, se expressamente não se houver por eles responsabilizado.”
A força maior, seria “o fato de terceiro, que criou, para execução da obrigação, um obstáculo, que a boa vontade do devedor não pôde vencer” (Commenttiire théorique et pratique du Code Civil, v. ‘7, p. 143).
São exemplos de força maior: a greve, o embargo de autoridade pública, raios, terremotos, inundações, etc.
Importante salientar que a isenção de responsabilidade se dá quando a ECT está em dia com a entrega. Se a entrega já estiver em atraso e após isso, sobrevier motivo de força maior, os Correios deverão indenizar o remetente conforme Art. 399 do Código Civil:
Art. 399. O devedor em mora responde pela impossibilidade da prestação, embora essa impossibilidade resulte de caso fortuito ou de força maior, se estes ocorrerem durante o atraso; salvo se provar isenção de culpa, ou que o dano sobreviria ainda quando a obrigação fosse oportunamente desempenhada.Isso quer dizer que se uma mercadoria for avariada por causa de inundação ao galpão dos Correios devido as fortes chuvas, no dia 22/12, mas que deveria ter sido entregue no dia 15/12 (08 dias antes da inundação), os Correios são sim responsáveis pelo prejuízo e deverão indenizar o remetente.
II - confisco ou destruição por autoridade competente;
Dispensando maiores explicação, são os casos provenientes de ação de autoridade competente, como a Receita Federal por exemplo.
III - não reclamação nos prazos previstos em regulamento.|
Os Correios reservam-se ao direito, pautado no Artigo 26 do Código de Defesa do Consumidor - CDC, de não aceitar reclamações, após 90 (noventa) dias, contados da data prevista para entrega do objeto ou do fato que gerou a pretensão de reclamar (avaria, extravio, etc)
Art. 26. O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em:
I - trinta dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos não duráveis;
II - noventa dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos duráveis.
§ 1° Inicia-se a contagem do prazo decadencial a partir da entrega efetiva do produto ou do término da execução dos serviços.




Fonte: Find My Pack
O que fazemos? Temos o poder de automatizar toda a monitoria de suas encomendas nos Correios. Você nunca mais vai se preocupar em abrir manualmente nenhum PI (Pedido de Informação) sequer.
Quer testar sem custo? Lojista Xtech Commerce tem 30 dias grátis para testar o Find My Pack. COMPROVE!

Assim como em qualquer outra empresa, a ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telegrafos) também é responsável pelos serviços prestados e pelos objetos que lhe são confiados, desde a o recebimento das mãos do remetente até a efetiva entrega às mãos do destinatário. Seu dever de qualidade na prestação de serviços de entregas estão transcritas na Lei nº. 6.538, de 22/06/78.

[ECOSSISTEMA] Você sabia que os Correios indenizam por atraso ou por problemas na entrega?

Assim como em qualquer outra empresa, a ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telegrafos) também é responsável pelos serviços prestados e pelos objetos que lhe são confiados, desde a o recebimento das mãos do remetente até a efetiva entrega às mãos do destinatário. Seu dever de qualidade na prestação de serviços de entregas estão transcritas na Lei nº. 6.538, de 22/06/78.
Segundo os Correios, o objeto pertence ao remetente até que seja devidamente entregue, motivo pelo qual a indenização é sempre paga a ele e nunca ao destinatário.

Os casos previstos para pagamento de indenização são:

1
. Extravio ou não localização no fluxo postal
Extravio é quando a encomenda se perde, foi furtada no todo ou em parte. Eram 10 pacotes e os Correios entregaram apenas 4, por exemplo.
Já a não localização no fluxo postal, é quando os Correios “perdem” a encomenda durante o trajeto de entrega. Pode ser que ainda a encontrem e entreguem ao destinatário, gerando uma insegurança enorme ao remetente. Sabemos que o consumidor é inseguro e impaciente. Como a ECT diz que indenizará se não achar o pedido em até 10 dias úteis, o consumidor ficará esperando até que a resposta efetiva, sob pena de causar prejuízo à empresa caso envie uma segunda encomenda e a primeira, perdida, seja encontrada e entregue.

2.
Roubo
Quando o objeto foi roubado, mediante registro de Boletim de Ocorrência.

3.
Atraso na entrega
Situação em que o objeto, segundo informação do SRO, tem efetivamente sua primeira tentativa de entrega realizada ou disponibilização do objeto ao cliente fora do prazo previsto, conforme a modalidade do serviço.

4.Avaria:
Quando, no momento da entrega ao destinatário ou devolução ao remetente, o objeto apresenta dano parcial ou total do seu conteúdo.Portanto, os Correios são obrigados por força de Lei à reparar os danos causados ao remetente, exceto se o prejuízo causado resultar de algumas das três hipóteses de isenção de responsabilidade, elencados no Art. 17 da referida lei:

Artigo 17 da Lei nº 6.538 de 22 de Junho de 1978
Art. 17º - A empresa exploradora ao serviço postal responde, na forma prevista em regulamento, pela perda ou danificação de objeto postal, devidamente registrado, salvo nos casos de:I - força maior;São casos de acontecimento alheios às vontades das partes que não poderiam ser previstos ou evitados. A isenção de responsabilidade à ECT, neste caso, encontra respaldo no Art. 393 do Código Civil, transcrevendo que “O devedor não responde pelos prejuízos resultantes de caso fortuito ou força maior, se expressamente não se houver por eles responsabilizado.”
A força maior, seria “o fato de terceiro, que criou, para execução da obrigação, um obstáculo, que a boa vontade do devedor não pôde vencer” (Commenttiire théorique et pratique du Code Civil, v. ‘7, p. 143).
São exemplos de força maior: a greve, o embargo de autoridade pública, raios, terremotos, inundações, etc.
Importante salientar que a isenção de responsabilidade se dá quando a ECT está em dia com a entrega. Se a entrega já estiver em atraso e após isso, sobrevier motivo de força maior, os Correios deverão indenizar o remetente conforme Art. 399 do Código Civil:
Art. 399. O devedor em mora responde pela impossibilidade da prestação, embora essa impossibilidade resulte de caso fortuito ou de força maior, se estes ocorrerem durante o atraso; salvo se provar isenção de culpa, ou que o dano sobreviria ainda quando a obrigação fosse oportunamente desempenhada.Isso quer dizer que se uma mercadoria for avariada por causa de inundação ao galpão dos Correios devido as fortes chuvas, no dia 22/12, mas que deveria ter sido entregue no dia 15/12 (08 dias antes da inundação), os Correios são sim responsáveis pelo prejuízo e deverão indenizar o remetente.
II - confisco ou destruição por autoridade competente;
Dispensando maiores explicação, são os casos provenientes de ação de autoridade competente, como a Receita Federal por exemplo.
III - não reclamação nos prazos previstos em regulamento.|
Os Correios reservam-se ao direito, pautado no Artigo 26 do Código de Defesa do Consumidor - CDC, de não aceitar reclamações, após 90 (noventa) dias, contados da data prevista para entrega do objeto ou do fato que gerou a pretensão de reclamar (avaria, extravio, etc)
Art. 26. O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em:
I - trinta dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos não duráveis;
II - noventa dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos duráveis.
§ 1° Inicia-se a contagem do prazo decadencial a partir da entrega efetiva do produto ou do término da execução dos serviços.




Fonte: Find My Pack
O que fazemos? Temos o poder de automatizar toda a monitoria de suas encomendas nos Correios. Você nunca mais vai se preocupar em abrir manualmente nenhum PI (Pedido de Informação) sequer.
Quer testar sem custo? Lojista Xtech Commerce tem 30 dias grátis para testar o Find My Pack. COMPROVE!

Atualmente muito se fala em crise, corte de despesas, retenção de investimentos e para se ter cuidado ao empreender. Nós da Xtech Commerce acreditamos que agora é sim, uma boa oportunidade para se destacar e crescer, enquanto os outros estão com medo.

[NOTÍCIAS] Chegou o lugar com todas soluções que seu negócio precisa para decolar! Conheça o Hub do Empreendedor.

Atualmente muito se fala em crise, corte de despesas, retenção de investimentos e para se ter cuidado ao empreender. Nós da Xtech Commerce acreditamos que agora é sim, uma boa oportunidade para se destacar e crescer, enquanto os outros estão com medo.

Já conversamos bastante sobre isso em nosso grupo do facebook e nos vídeos em nosso canal do youtube. Bom no dia a dia dessa selva do empreendedorismo encontramos muitos parceiros que também pensam com a gente e por isso nós unimos e criamos o Hub do Empreendedor!

Nesse site você pode encontrar soluções em design, e-commerce, contabilidade, marketing, atendimento ao cliente, e várias outras opções com as melhores ferramentas do mercado nacional e internacional.
Somos um grupo de empresas que tem um mesmo objetivo em comum, te ajudar a crescer e se destacar no seu mercado. Agora imagina tudo isso e mais R$ 50.000,00 em bônus para turbinar seu negócio! Sem sorteio, compre e ganhe ou qualquer promoção. Basta acessar: www.hubdoempreendedor.com.br e cadastrar seu e-mail e resgatar o cupom na solução do seu interesse.


Blog-e-Email-CTA-600x200px-Hub001

Olha algumas empresas que fazem parte dessa movimento:
Agendor, Conube, Hubspot, Moip, Nibo, Social Miner, Outbound Marketing, Project Builder, Welancer, We Do logos, Zendesk e outras.

Quer fazer parte dessa revolução? clique aqui.

''Nossa missão é ajudar pelo menos 20 milhões de empresas até o final de 2016. Por isso, contamos com seu apoio para divulgar o Hub e revolucionarmos juntos o ecossistema empreendedor no Brasil!
Vamos revolucionar o empreendedorismo no Brasil!''
- Pedro Renan - CMO We Do Logos

O que você achou da iniciativa? Existe algum serviço que não está na lista e você gostaria de ver?
Envie um e-mail para parceiros@xtechcommerce.com.br

Esse post apareceu primeiro no blog da WeDoLogos.

Atualmente muito se fala em crise, corte de despesas, retenção de investimentos e para se ter cuidado ao empreender. Nós da Xtech Commerce acreditamos que agora é sim, uma boa oportunidade para se destacar e crescer, enquanto os outros estão com medo.

[NOTÍCIAS] Chegou o lugar com todas soluções que seu negócio precisa para decolar! Conheça o Hub do Empreendedor.

Atualmente muito se fala em crise, corte de despesas, retenção de investimentos e para se ter cuidado ao empreender. Nós da Xtech Commerce acreditamos que agora é sim, uma boa oportunidade para se destacar e crescer, enquanto os outros estão com medo.

Já conversamos bastante sobre isso em nosso grupo do facebook e nos vídeos em nosso canal do youtube. Bom no dia a dia dessa selva do empreendedorismo encontramos muitos parceiros que também pensam com a gente e por isso nós unimos e criamos o Hub do Empreendedor!

Nesse site você pode encontrar soluções em design, e-commerce, contabilidade, marketing, atendimento ao cliente, e várias outras opções com as melhores ferramentas do mercado nacional e internacional.
Somos um grupo de empresas que tem um mesmo objetivo em comum, te ajudar a crescer e se destacar no seu mercado. Agora imagina tudo isso e mais R$ 50.000,00 em bônus para turbinar seu negócio! Sem sorteio, compre e ganhe ou qualquer promoção. Basta acessar: www.hubdoempreendedor.com.br e cadastrar seu e-mail e resgatar o cupom na solução do seu interesse.


Blog-e-Email-CTA-600x200px-Hub001

Olha algumas empresas que fazem parte dessa movimento:
Agendor, Conube, Hubspot, Moip, Nibo, Social Miner, Outbound Marketing, Project Builder, Welancer, We Do logos, Zendesk e outras.

Quer fazer parte dessa revolução? clique aqui.

''Nossa missão é ajudar pelo menos 20 milhões de empresas até o final de 2016. Por isso, contamos com seu apoio para divulgar o Hub e revolucionarmos juntos o ecossistema empreendedor no Brasil!
Vamos revolucionar o empreendedorismo no Brasil!''
- Pedro Renan - CMO We Do Logos

O que você achou da iniciativa? Existe algum serviço que não está na lista e você gostaria de ver?
Envie um e-mail para parceiros@xtechcommerce.com.br

Esse post apareceu primeiro no blog da WeDoLogos.

Atualmente muito se fala em crise, corte de despesas, retenção de investimentos e para se ter cuidado ao empreender. Nós da Xtech Commerce acreditamos que agora é sim, uma boa oportunidade para se destacar e crescer, enquanto os outros estão com medo.

[NOTÍCIAS] Chegou o lugar com todas soluções que seu negócio precisa para decolar! Conheça o Hub do Empreendedor.

Atualmente muito se fala em crise, corte de despesas, retenção de investimentos e para se ter cuidado ao empreender. Nós da Xtech Commerce acreditamos que agora é sim, uma boa oportunidade para se destacar e crescer, enquanto os outros estão com medo.

Já conversamos bastante sobre isso em nosso grupo do facebook e nos vídeos em nosso canal do youtube. Bom no dia a dia dessa selva do empreendedorismo encontramos muitos parceiros que também pensam com a gente e por isso nós unimos e criamos o Hub do Empreendedor!

Nesse site você pode encontrar soluções em design, e-commerce, contabilidade, marketing, atendimento ao cliente, e várias outras opções com as melhores ferramentas do mercado nacional e internacional.
Somos um grupo de empresas que tem um mesmo objetivo em comum, te ajudar a crescer e se destacar no seu mercado. Agora imagina tudo isso e mais R$ 50.000,00 em bônus para turbinar seu negócio! Sem sorteio, compre e ganhe ou qualquer promoção. Basta acessar: www.hubdoempreendedor.com.br e cadastrar seu e-mail e resgatar o cupom na solução do seu interesse.


Blog-e-Email-CTA-600x200px-Hub001

Olha algumas empresas que fazem parte dessa movimento:
Agendor, Conube, Hubspot, Moip, Nibo, Social Miner, Outbound Marketing, Project Builder, Welancer, We Do logos, Zendesk e outras.

Quer fazer parte dessa revolução? clique aqui.

''Nossa missão é ajudar pelo menos 20 milhões de empresas até o final de 2016. Por isso, contamos com seu apoio para divulgar o Hub e revolucionarmos juntos o ecossistema empreendedor no Brasil!
Vamos revolucionar o empreendedorismo no Brasil!''
- Pedro Renan - CMO We Do Logos

O que você achou da iniciativa? Existe algum serviço que não está na lista e você gostaria de ver?
Envie um e-mail para parceiros@xtechcommerce.com.br

Esse post apareceu primeiro no blog da WeDoLogos.

Atualmente muito se fala em crise, corte de despesas, retenção de investimentos e para se ter cuidado ao empreender. Nós da Xtech Commerce acreditamos que agora é sim, uma boa oportunidade para se destacar e crescer, enquanto os outros estão com medo.

[NOTÍCIAS] Chegou o lugar com todas soluções que seu negócio precisa para decolar! Conheça o Hub do Empreendedor.

Atualmente muito se fala em crise, corte de despesas, retenção de investimentos e para se ter cuidado ao empreender. Nós da Xtech Commerce acreditamos que agora é sim, uma boa oportunidade para se destacar e crescer, enquanto os outros estão com medo.

Já conversamos bastante sobre isso em nosso grupo do facebook e nos vídeos em nosso canal do youtube. Bom no dia a dia dessa selva do empreendedorismo encontramos muitos parceiros que também pensam com a gente e por isso nós unimos e criamos o Hub do Empreendedor!

Nesse site você pode encontrar soluções em design, e-commerce, contabilidade, marketing, atendimento ao cliente, e várias outras opções com as melhores ferramentas do mercado nacional e internacional.
Somos um grupo de empresas que tem um mesmo objetivo em comum, te ajudar a crescer e se destacar no seu mercado. Agora imagina tudo isso e mais R$ 50.000,00 em bônus para turbinar seu negócio! Sem sorteio, compre e ganhe ou qualquer promoção. Basta acessar: www.hubdoempreendedor.com.br e cadastrar seu e-mail e resgatar o cupom na solução do seu interesse.


Blog-e-Email-CTA-600x200px-Hub001

Olha algumas empresas que fazem parte dessa movimento:
Agendor, Conube, Hubspot, Moip, Nibo, Social Miner, Outbound Marketing, Project Builder, Welancer, We Do logos, Zendesk e outras.

Quer fazer parte dessa revolução? clique aqui.

''Nossa missão é ajudar pelo menos 20 milhões de empresas até o final de 2016. Por isso, contamos com seu apoio para divulgar o Hub e revolucionarmos juntos o ecossistema empreendedor no Brasil!
Vamos revolucionar o empreendedorismo no Brasil!''
- Pedro Renan - CMO We Do Logos

O que você achou da iniciativa? Existe algum serviço que não está na lista e você gostaria de ver?
Envie um e-mail para parceiros@xtechcommerce.com.br

Esse post apareceu primeiro no blog da WeDoLogos.

Nossa equipe de especialista está sempre ligada nas novidades que o mercado oferece e benefícios para poder lhe deixar por dentro das informações necessárias para o sucesso do seu e-commerce.

[ECOSSISTEMA] Envio Fácil PagSeguro oferece desconto até 70% no frete!

Olá lojista,
nossa equipe de especialista está sempre ligada nas novidades que o mercado oferece e benefícios para poder lhe deixar por dentro das informações necessárias para o sucesso do seu e-commerce.

Chegou a hora de você economizar com o Envio Fácil, o frete do PagSeguro.

O Envio Fácil é uma MANEIRA SIMPLES de enviar produtos aos seus clientes e ainda ECONOMIZAR ATÉ 70% DO VALOR DO FRETE!



CONHEÇA AS VANTAGENS:

>>> Ofereça frete mais barato para seus clientes e aumente suas vendas

>>> Você não precisa ter dinheiro na hora: use o saldo da transação para pagar o frete
>>> Seu cliente pode acompanhar o rastreio pelo site do PagSeguro


Saiba mais no site da campanha: www.pagseguro.uol.com.br/campanha/enviofacil

Boas Vendas!
Equipe Xtech Commerce

Nossa equipe de especialista está sempre ligada nas novidades que o mercado oferece e benefícios para poder lhe deixar por dentro das informações necessárias para o sucesso do seu e-commerce.

[ECOSSISTEMA] Envio Fácil PagSeguro oferece desconto até 70% no frete!

Olá lojista,
nossa equipe de especialista está sempre ligada nas novidades que o mercado oferece e benefícios para poder lhe deixar por dentro das informações necessárias para o sucesso do seu e-commerce.

Chegou a hora de você economizar com o Envio Fácil, o frete do PagSeguro.

O Envio Fácil é uma MANEIRA SIMPLES de enviar produtos aos seus clientes e ainda ECONOMIZAR ATÉ 70% DO VALOR DO FRETE!



CONHEÇA AS VANTAGENS:

>>> Ofereça frete mais barato para seus clientes e aumente suas vendas

>>> Você não precisa ter dinheiro na hora: use o saldo da transação para pagar o frete
>>> Seu cliente pode acompanhar o rastreio pelo site do PagSeguro


Saiba mais no site da campanha: www.pagseguro.uol.com.br/campanha/enviofacil

Boas Vendas!
Equipe Xtech Commerce

Nossa equipe de especialista está sempre ligada nas novidades que o mercado oferece e benefícios para poder lhe deixar por dentro das informações necessárias para o sucesso do seu e-commerce.

[ECOSSISTEMA] Envio Fácil PagSeguro oferece desconto até 70% no frete!

Olá lojista,
nossa equipe de especialista está sempre ligada nas novidades que o mercado oferece e benefícios para poder lhe deixar por dentro das informações necessárias para o sucesso do seu e-commerce.

Chegou a hora de você economizar com o Envio Fácil, o frete do PagSeguro.

O Envio Fácil é uma MANEIRA SIMPLES de enviar produtos aos seus clientes e ainda ECONOMIZAR ATÉ 70% DO VALOR DO FRETE!



CONHEÇA AS VANTAGENS:

>>> Ofereça frete mais barato para seus clientes e aumente suas vendas

>>> Você não precisa ter dinheiro na hora: use o saldo da transação para pagar o frete
>>> Seu cliente pode acompanhar o rastreio pelo site do PagSeguro


Saiba mais no site da campanha: www.pagseguro.uol.com.br/campanha/enviofacil

Boas Vendas!
Equipe Xtech Commerce

Nossa equipe de especialista está sempre ligada nas novidades que o mercado oferece e benefícios para poder lhe deixar por dentro das informações necessárias para o sucesso do seu e-commerce.

[ECOSSISTEMA] Envio Fácil PagSeguro oferece desconto até 70% no frete!

Olá lojista,
nossa equipe de especialista está sempre ligada nas novidades que o mercado oferece e benefícios para poder lhe deixar por dentro das informações necessárias para o sucesso do seu e-commerce.

Chegou a hora de você economizar com o Envio Fácil, o frete do PagSeguro.

O Envio Fácil é uma MANEIRA SIMPLES de enviar produtos aos seus clientes e ainda ECONOMIZAR ATÉ 70% DO VALOR DO FRETE!



CONHEÇA AS VANTAGENS:

>>> Ofereça frete mais barato para seus clientes e aumente suas vendas

>>> Você não precisa ter dinheiro na hora: use o saldo da transação para pagar o frete
>>> Seu cliente pode acompanhar o rastreio pelo site do PagSeguro


Saiba mais no site da campanha: www.pagseguro.uol.com.br/campanha/enviofacil

Boas Vendas!
Equipe Xtech Commerce

Com o apoio da bancada de São Paulo, o plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira, 15, por unanimidade, a proposta de emenda à Constituição (PEC) do comércio eletrônico. A medida altera radicalmente a forma de incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações de venda de produtos pela internet, por telefone ou em comércio não-presencial. Como os senadores mantiveram o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, a emenda constitucional será promulgada nesta quinta-feira em sessão do Congresso Nacional.

[NOTÍCIAS] Novo ICMS para e-commerce é aprovado pelo Senado e entra em vigor a partir de 2016.

Com o apoio da bancada de São Paulo, o plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira, 15, por unanimidade, a proposta de emenda à Constituição (PEC) do comércio eletrônico. A medida altera radicalmente a forma de incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações de venda de produtos pela internet, por telefone ou em comércio não-presencial. Como os senadores mantiveram o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, a emenda constitucional será promulgada nesta quinta-feira em sessão do Congresso Nacional.
Atualmente, todo o recolhimento do ICMS do comércio eletrônico fica com os Estados de origem das lojas que fazem tal tipo de venda. A emenda constitucional altera progressivamente até 2019 o recolhimento do imposto para o destino das mercadorias. São Paulo será um dos Estados que perderão arrecadação com a entrada em vigor das novas regras.
A proposta tramitava no Congresso desde 2011, mas ganhou impulso recentemente após um entendimento que envolveu a cúpula do Senado e todos os secretários de Fazenda que integram o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão responsável por regular mudanças no ICMS.
O relator da PEC e líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), apresentou voto a favor da proposta. Para o peemedebista, a nova realidade do comércio eletrônico no País, em razão do advento da internet, “trouxe muitos benefícios para o cidadão comum, mas também muitas distorções no equilíbrio econômico entre as unidades federadas”. Para ele, a proposta visa a acabar com a “anomalia” segundo a qual os estados ricos, onde estão sediadas a maioria das lojas virtuais, é que retém a arrecadação do tributo.
“A PEC procura reequilibrar essa relação, ordenando que parte dos recursos auferidos pelo recolhimento do ICMS seja canalizada para o Estado de destino, numa justa adequação à realidade dos fatos, que mostra tendência crescente de utilização do e-commerce nas mais diversas transações”, afirmou o relator.
Pelo texto aprovado na Câmara, o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual será partilhado entre os Estados de origem e de destino, na seguinte proporção: para o ano de 2015, 20% para o Estado de destino e 80% para o de origem; para 2016, 40% para o destino e 60% para a origem; 2017, 60% para o Estado de destino e 40% para o de origem; para 2018, 80% para o destino e 20% para a origem; a partir de 2019, todo o imposto ficará com o Estado de destino da mercadoria. A avaliação de secretários de Fazenda e juristas é que a mudança do regime de tributação só ocorrerá a partir de 2016, a fim de respeitar o princípio da anualidade tributária.
A bancada de São Paulo defendeu a aprovação da proposta. O senador e ex-governador paulista José Serra (SP) destacou que a proposta é fruto de um entendimento unânime de todas as unidades da federação. Serra mencionou o fato de que o Estado de São Paulo vai perder, no primeiro ano da entrada em vigor da nova emenda constitucional, R$ 850 milhões e, ao final de quatro anos, fim do período de transição no qual toda a arrecadação do ICMS ficará no destino, R$ 2,1 bilhões.
“São Paulo subscreveu a proposta e espero que ela sirva como ponto de partida para que tenhamos celeridade na reforma do ICMS. Isso implica concessões, concessões de todos os lados”, afirmou o tucano. “Espero que esse entendimento se reflita em outros passos que temos que dar. Temos que evitar a destruição do ICMS, pelo contrário, ele tem que ser um instrumento de racionalização econômica”, completou.
O senador Walter Pinheiro (PT-BA) afirmou que o comércio eletrônico cresce a cada dia e alcançou R$ 35 bilhões ano passado. Segundo ele, se a proposta já estivesse em vigor, a Bahia teria um acréscimo de R$ 100 milhões de arrecadação. O ex-governador de Minas Gerais e senador Antonio Anastasia (PSDB) disse que a proposta é um passo para acabar com a “famigerada guerra fiscal”.

Por: Folha de Vitória

Com o apoio da bancada de São Paulo, o plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira, 15, por unanimidade, a proposta de emenda à Constituição (PEC) do comércio eletrônico. A medida altera radicalmente a forma de incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações de venda de produtos pela internet, por telefone ou em comércio não-presencial. Como os senadores mantiveram o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, a emenda constitucional será promulgada nesta quinta-feira em sessão do Congresso Nacional.

[NOTÍCIAS] Novo ICMS para e-commerce é aprovado pelo Senado e entra em vigor a partir de 2016.

Com o apoio da bancada de São Paulo, o plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira, 15, por unanimidade, a proposta de emenda à Constituição (PEC) do comércio eletrônico. A medida altera radicalmente a forma de incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações de venda de produtos pela internet, por telefone ou em comércio não-presencial. Como os senadores mantiveram o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, a emenda constitucional será promulgada nesta quinta-feira em sessão do Congresso Nacional.
Atualmente, todo o recolhimento do ICMS do comércio eletrônico fica com os Estados de origem das lojas que fazem tal tipo de venda. A emenda constitucional altera progressivamente até 2019 o recolhimento do imposto para o destino das mercadorias. São Paulo será um dos Estados que perderão arrecadação com a entrada em vigor das novas regras.
A proposta tramitava no Congresso desde 2011, mas ganhou impulso recentemente após um entendimento que envolveu a cúpula do Senado e todos os secretários de Fazenda que integram o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão responsável por regular mudanças no ICMS.
O relator da PEC e líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), apresentou voto a favor da proposta. Para o peemedebista, a nova realidade do comércio eletrônico no País, em razão do advento da internet, “trouxe muitos benefícios para o cidadão comum, mas também muitas distorções no equilíbrio econômico entre as unidades federadas”. Para ele, a proposta visa a acabar com a “anomalia” segundo a qual os estados ricos, onde estão sediadas a maioria das lojas virtuais, é que retém a arrecadação do tributo.
“A PEC procura reequilibrar essa relação, ordenando que parte dos recursos auferidos pelo recolhimento do ICMS seja canalizada para o Estado de destino, numa justa adequação à realidade dos fatos, que mostra tendência crescente de utilização do e-commerce nas mais diversas transações”, afirmou o relator.
Pelo texto aprovado na Câmara, o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual será partilhado entre os Estados de origem e de destino, na seguinte proporção: para o ano de 2015, 20% para o Estado de destino e 80% para o de origem; para 2016, 40% para o destino e 60% para a origem; 2017, 60% para o Estado de destino e 40% para o de origem; para 2018, 80% para o destino e 20% para a origem; a partir de 2019, todo o imposto ficará com o Estado de destino da mercadoria. A avaliação de secretários de Fazenda e juristas é que a mudança do regime de tributação só ocorrerá a partir de 2016, a fim de respeitar o princípio da anualidade tributária.
A bancada de São Paulo defendeu a aprovação da proposta. O senador e ex-governador paulista José Serra (SP) destacou que a proposta é fruto de um entendimento unânime de todas as unidades da federação. Serra mencionou o fato de que o Estado de São Paulo vai perder, no primeiro ano da entrada em vigor da nova emenda constitucional, R$ 850 milhões e, ao final de quatro anos, fim do período de transição no qual toda a arrecadação do ICMS ficará no destino, R$ 2,1 bilhões.
“São Paulo subscreveu a proposta e espero que ela sirva como ponto de partida para que tenhamos celeridade na reforma do ICMS. Isso implica concessões, concessões de todos os lados”, afirmou o tucano. “Espero que esse entendimento se reflita em outros passos que temos que dar. Temos que evitar a destruição do ICMS, pelo contrário, ele tem que ser um instrumento de racionalização econômica”, completou.
O senador Walter Pinheiro (PT-BA) afirmou que o comércio eletrônico cresce a cada dia e alcançou R$ 35 bilhões ano passado. Segundo ele, se a proposta já estivesse em vigor, a Bahia teria um acréscimo de R$ 100 milhões de arrecadação. O ex-governador de Minas Gerais e senador Antonio Anastasia (PSDB) disse que a proposta é um passo para acabar com a “famigerada guerra fiscal”.

Por: Folha de Vitória

Com o apoio da bancada de São Paulo, o plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira, 15, por unanimidade, a proposta de emenda à Constituição (PEC) do comércio eletrônico. A medida altera radicalmente a forma de incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações de venda de produtos pela internet, por telefone ou em comércio não-presencial. Como os senadores mantiveram o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, a emenda constitucional será promulgada nesta quinta-feira em sessão do Congresso Nacional.

[NOTÍCIAS] Novo ICMS para e-commerce é aprovado pelo Senado e entra em vigor a partir de 2016.

Com o apoio da bancada de São Paulo, o plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira, 15, por unanimidade, a proposta de emenda à Constituição (PEC) do comércio eletrônico. A medida altera radicalmente a forma de incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações de venda de produtos pela internet, por telefone ou em comércio não-presencial. Como os senadores mantiveram o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, a emenda constitucional será promulgada nesta quinta-feira em sessão do Congresso Nacional.
Atualmente, todo o recolhimento do ICMS do comércio eletrônico fica com os Estados de origem das lojas que fazem tal tipo de venda. A emenda constitucional altera progressivamente até 2019 o recolhimento do imposto para o destino das mercadorias. São Paulo será um dos Estados que perderão arrecadação com a entrada em vigor das novas regras.
A proposta tramitava no Congresso desde 2011, mas ganhou impulso recentemente após um entendimento que envolveu a cúpula do Senado e todos os secretários de Fazenda que integram o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão responsável por regular mudanças no ICMS.
O relator da PEC e líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), apresentou voto a favor da proposta. Para o peemedebista, a nova realidade do comércio eletrônico no País, em razão do advento da internet, “trouxe muitos benefícios para o cidadão comum, mas também muitas distorções no equilíbrio econômico entre as unidades federadas”. Para ele, a proposta visa a acabar com a “anomalia” segundo a qual os estados ricos, onde estão sediadas a maioria das lojas virtuais, é que retém a arrecadação do tributo.
“A PEC procura reequilibrar essa relação, ordenando que parte dos recursos auferidos pelo recolhimento do ICMS seja canalizada para o Estado de destino, numa justa adequação à realidade dos fatos, que mostra tendência crescente de utilização do e-commerce nas mais diversas transações”, afirmou o relator.
Pelo texto aprovado na Câmara, o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual será partilhado entre os Estados de origem e de destino, na seguinte proporção: para o ano de 2015, 20% para o Estado de destino e 80% para o de origem; para 2016, 40% para o destino e 60% para a origem; 2017, 60% para o Estado de destino e 40% para o de origem; para 2018, 80% para o destino e 20% para a origem; a partir de 2019, todo o imposto ficará com o Estado de destino da mercadoria. A avaliação de secretários de Fazenda e juristas é que a mudança do regime de tributação só ocorrerá a partir de 2016, a fim de respeitar o princípio da anualidade tributária.
A bancada de São Paulo defendeu a aprovação da proposta. O senador e ex-governador paulista José Serra (SP) destacou que a proposta é fruto de um entendimento unânime de todas as unidades da federação. Serra mencionou o fato de que o Estado de São Paulo vai perder, no primeiro ano da entrada em vigor da nova emenda constitucional, R$ 850 milhões e, ao final de quatro anos, fim do período de transição no qual toda a arrecadação do ICMS ficará no destino, R$ 2,1 bilhões.
“São Paulo subscreveu a proposta e espero que ela sirva como ponto de partida para que tenhamos celeridade na reforma do ICMS. Isso implica concessões, concessões de todos os lados”, afirmou o tucano. “Espero que esse entendimento se reflita em outros passos que temos que dar. Temos que evitar a destruição do ICMS, pelo contrário, ele tem que ser um instrumento de racionalização econômica”, completou.
O senador Walter Pinheiro (PT-BA) afirmou que o comércio eletrônico cresce a cada dia e alcançou R$ 35 bilhões ano passado. Segundo ele, se a proposta já estivesse em vigor, a Bahia teria um acréscimo de R$ 100 milhões de arrecadação. O ex-governador de Minas Gerais e senador Antonio Anastasia (PSDB) disse que a proposta é um passo para acabar com a “famigerada guerra fiscal”.

Por: Folha de Vitória

Com o apoio da bancada de São Paulo, o plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira, 15, por unanimidade, a proposta de emenda à Constituição (PEC) do comércio eletrônico. A medida altera radicalmente a forma de incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações de venda de produtos pela internet, por telefone ou em comércio não-presencial. Como os senadores mantiveram o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, a emenda constitucional será promulgada nesta quinta-feira em sessão do Congresso Nacional.

[NOTÍCIAS] Novo ICMS para e-commerce é aprovado pelo Senado e entra em vigor a partir de 2016.

Com o apoio da bancada de São Paulo, o plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira, 15, por unanimidade, a proposta de emenda à Constituição (PEC) do comércio eletrônico. A medida altera radicalmente a forma de incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações de venda de produtos pela internet, por telefone ou em comércio não-presencial. Como os senadores mantiveram o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, a emenda constitucional será promulgada nesta quinta-feira em sessão do Congresso Nacional.
Atualmente, todo o recolhimento do ICMS do comércio eletrônico fica com os Estados de origem das lojas que fazem tal tipo de venda. A emenda constitucional altera progressivamente até 2019 o recolhimento do imposto para o destino das mercadorias. São Paulo será um dos Estados que perderão arrecadação com a entrada em vigor das novas regras.
A proposta tramitava no Congresso desde 2011, mas ganhou impulso recentemente após um entendimento que envolveu a cúpula do Senado e todos os secretários de Fazenda que integram o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão responsável por regular mudanças no ICMS.
O relator da PEC e líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), apresentou voto a favor da proposta. Para o peemedebista, a nova realidade do comércio eletrônico no País, em razão do advento da internet, “trouxe muitos benefícios para o cidadão comum, mas também muitas distorções no equilíbrio econômico entre as unidades federadas”. Para ele, a proposta visa a acabar com a “anomalia” segundo a qual os estados ricos, onde estão sediadas a maioria das lojas virtuais, é que retém a arrecadação do tributo.
“A PEC procura reequilibrar essa relação, ordenando que parte dos recursos auferidos pelo recolhimento do ICMS seja canalizada para o Estado de destino, numa justa adequação à realidade dos fatos, que mostra tendência crescente de utilização do e-commerce nas mais diversas transações”, afirmou o relator.
Pelo texto aprovado na Câmara, o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual será partilhado entre os Estados de origem e de destino, na seguinte proporção: para o ano de 2015, 20% para o Estado de destino e 80% para o de origem; para 2016, 40% para o destino e 60% para a origem; 2017, 60% para o Estado de destino e 40% para o de origem; para 2018, 80% para o destino e 20% para a origem; a partir de 2019, todo o imposto ficará com o Estado de destino da mercadoria. A avaliação de secretários de Fazenda e juristas é que a mudança do regime de tributação só ocorrerá a partir de 2016, a fim de respeitar o princípio da anualidade tributária.
A bancada de São Paulo defendeu a aprovação da proposta. O senador e ex-governador paulista José Serra (SP) destacou que a proposta é fruto de um entendimento unânime de todas as unidades da federação. Serra mencionou o fato de que o Estado de São Paulo vai perder, no primeiro ano da entrada em vigor da nova emenda constitucional, R$ 850 milhões e, ao final de quatro anos, fim do período de transição no qual toda a arrecadação do ICMS ficará no destino, R$ 2,1 bilhões.
“São Paulo subscreveu a proposta e espero que ela sirva como ponto de partida para que tenhamos celeridade na reforma do ICMS. Isso implica concessões, concessões de todos os lados”, afirmou o tucano. “Espero que esse entendimento se reflita em outros passos que temos que dar. Temos que evitar a destruição do ICMS, pelo contrário, ele tem que ser um instrumento de racionalização econômica”, completou.
O senador Walter Pinheiro (PT-BA) afirmou que o comércio eletrônico cresce a cada dia e alcançou R$ 35 bilhões ano passado. Segundo ele, se a proposta já estivesse em vigor, a Bahia teria um acréscimo de R$ 100 milhões de arrecadação. O ex-governador de Minas Gerais e senador Antonio Anastasia (PSDB) disse que a proposta é um passo para acabar com a “famigerada guerra fiscal”.

Por: Folha de Vitória

Estudo feito por grande empresa de consultoria aponta ótimas perspectivas para comércio eletrônico no mundo todo em diferentes segmentos. O mercado de roupas lidera crescimento e dados apontam que vai permanecer na liderança pelos próximos anos. Outro ponto destacado é a velocidade que as vendas aumentam no mundo online bem mais acelerada que no mundo físico.

[NOTÍCIAS] Quais são as melhores áreas para abrir seu e-commerce?

Um estudo feito pela consultoria IBISWorld, aponta que o comércio eletrônico de roupas foi o que mais cresceu nos últimos cinco anos. O estudo analisou o crescimento de vários segmentos entre 2010 e 2015 e os e-commerce de roupas apresentaram avanço de 17,4%, ficando na frente de setores mais consolidados como eletrônicos e bebidas. Além disso segundo o instituto de pesquisa o mercado de vendas online cresceu uma taxa de 8,9% ao ano nos últimos cincos, chegando a faturar quase US$ 315 bilhões. Outro ponto que vale ressaltar é que as vendas pela internet cresceram em ritmo bem mais acelerado do que em lojas físicas.

Confira a relação completa da previsão de crescimento entre 2010 e 2015:

Roupas: 14,2%
Comidas: 12,2%
Sapatos: 8,3%
Saúde, vitaminas e suplementos: 7,2%
Computadores e tablets: 7,1%
Cosméticos: 6,7%
Cerveja, vinho e outras bebidas: 6,6%
Arte: 6,2%
Joias: 6%
Peças automotivas: 5,9%
Produtos para pets: 5,1%
Flores: 3,7%
Cartões e presentes: 2,4%
Óculos e lentes de contatos: 1,8%
Câmeras: 1,6%

E ai, gostou? Agora vamos trabalhar para construir uma história de sucesso juntos!
Faça seu planejamento, crie suas estratégias de marketing e mãos a obra!

Comece sua loja virtual agora! Experimente por 15 dias >>> Clique aqui <<<

Fonte: Revista Pequena Empresa Grande Negócios

Estudo feito por grande empresa de consultoria aponta ótimas perspectivas para comércio eletrônico no mundo todo em diferentes segmentos. O mercado de roupas lidera crescimento e dados apontam que vai permanecer na liderança pelos próximos anos. Outro ponto destacado é a velocidade que as vendas aumentam no mundo online bem mais acelerada que no mundo físico.

[NOTÍCIAS] Quais são as melhores áreas para abrir seu e-commerce?

Um estudo feito pela consultoria IBISWorld, aponta que o comércio eletrônico de roupas foi o que mais cresceu nos últimos cinco anos. O estudo analisou o crescimento de vários segmentos entre 2010 e 2015 e os e-commerce de roupas apresentaram avanço de 17,4%, ficando na frente de setores mais consolidados como eletrônicos e bebidas. Além disso segundo o instituto de pesquisa o mercado de vendas online cresceu uma taxa de 8,9% ao ano nos últimos cincos, chegando a faturar quase US$ 315 bilhões. Outro ponto que vale ressaltar é que as vendas pela internet cresceram em ritmo bem mais acelerado do que em lojas físicas.

Confira a relação completa da previsão de crescimento entre 2010 e 2015:

Roupas: 14,2%
Comidas: 12,2%
Sapatos: 8,3%
Saúde, vitaminas e suplementos: 7,2%
Computadores e tablets: 7,1%
Cosméticos: 6,7%
Cerveja, vinho e outras bebidas: 6,6%
Arte: 6,2%
Joias: 6%
Peças automotivas: 5,9%
Produtos para pets: 5,1%
Flores: 3,7%
Cartões e presentes: 2,4%
Óculos e lentes de contatos: 1,8%
Câmeras: 1,6%

E ai, gostou? Agora vamos trabalhar para construir uma história de sucesso juntos!
Faça seu planejamento, crie suas estratégias de marketing e mãos a obra!

Comece sua loja virtual agora! Experimente por 15 dias >>> Clique aqui <<<

Fonte: Revista Pequena Empresa Grande Negócios

Estudo feito por grande empresa de consultoria aponta ótimas perspectivas para comércio eletrônico no mundo todo em diferentes segmentos. O mercado de roupas lidera crescimento e dados apontam que vai permanecer na liderança pelos próximos anos. Outro ponto destacado é a velocidade que as vendas aumentam no mundo online bem mais acelerada que no mundo físico.

[NOTÍCIAS] Quais são as melhores áreas para abrir seu e-commerce?

Um estudo feito pela consultoria IBISWorld, aponta que o comércio eletrônico de roupas foi o que mais cresceu nos últimos cinco anos. O estudo analisou o crescimento de vários segmentos entre 2010 e 2015 e os e-commerce de roupas apresentaram avanço de 17,4%, ficando na frente de setores mais consolidados como eletrônicos e bebidas. Além disso segundo o instituto de pesquisa o mercado de vendas online cresceu uma taxa de 8,9% ao ano nos últimos cincos, chegando a faturar quase US$ 315 bilhões. Outro ponto que vale ressaltar é que as vendas pela internet cresceram em ritmo bem mais acelerado do que em lojas físicas.

Confira a relação completa da previsão de crescimento entre 2010 e 2015:

Roupas: 14,2%
Comidas: 12,2%
Sapatos: 8,3%
Saúde, vitaminas e suplementos: 7,2%
Computadores e tablets: 7,1%
Cosméticos: 6,7%
Cerveja, vinho e outras bebidas: 6,6%
Arte: 6,2%
Joias: 6%
Peças automotivas: 5,9%
Produtos para pets: 5,1%
Flores: 3,7%
Cartões e presentes: 2,4%
Óculos e lentes de contatos: 1,8%
Câmeras: 1,6%

E ai, gostou? Agora vamos trabalhar para construir uma história de sucesso juntos!
Faça seu planejamento, crie suas estratégias de marketing e mãos a obra!

Comece sua loja virtual agora! Experimente por 15 dias >>> Clique aqui <<<

Fonte: Revista Pequena Empresa Grande Negócios

Estudo feito por grande empresa de consultoria aponta ótimas perspectivas para comércio eletrônico no mundo todo em diferentes segmentos. O mercado de roupas lidera crescimento e dados apontam que vai permanecer na liderança pelos próximos anos. Outro ponto destacado é a velocidade que as vendas aumentam no mundo online bem mais acelerada que no mundo físico.

[NOTÍCIAS] Quais são as melhores áreas para abrir seu e-commerce?

Um estudo feito pela consultoria IBISWorld, aponta que o comércio eletrônico de roupas foi o que mais cresceu nos últimos cinco anos. O estudo analisou o crescimento de vários segmentos entre 2010 e 2015 e os e-commerce de roupas apresentaram avanço de 17,4%, ficando na frente de setores mais consolidados como eletrônicos e bebidas. Além disso segundo o instituto de pesquisa o mercado de vendas online cresceu uma taxa de 8,9% ao ano nos últimos cincos, chegando a faturar quase US$ 315 bilhões. Outro ponto que vale ressaltar é que as vendas pela internet cresceram em ritmo bem mais acelerado do que em lojas físicas.

Confira a relação completa da previsão de crescimento entre 2010 e 2015:

Roupas: 14,2%
Comidas: 12,2%
Sapatos: 8,3%
Saúde, vitaminas e suplementos: 7,2%
Computadores e tablets: 7,1%
Cosméticos: 6,7%
Cerveja, vinho e outras bebidas: 6,6%
Arte: 6,2%
Joias: 6%
Peças automotivas: 5,9%
Produtos para pets: 5,1%
Flores: 3,7%
Cartões e presentes: 2,4%
Óculos e lentes de contatos: 1,8%
Câmeras: 1,6%

E ai, gostou? Agora vamos trabalhar para construir uma história de sucesso juntos!
Faça seu planejamento, crie suas estratégias de marketing e mãos a obra!

Comece sua loja virtual agora! Experimente por 15 dias >>> Clique aqui <<<

Fonte: Revista Pequena Empresa Grande Negócios

Confira nesse artigo as diferentes formas de legalizar seu e-commerce e a importância da legalização para sua operação crescer com segurança. Veja também as vantagens e benefícios que tem acesso com seu negócio legalizado.

[ECOSSISTEMA] ​E-commerce Legal é E-commerce legalizado!

A legalização de E-commerce é obrigatória?
O Empreendedor que busca transmitir transparência, diminuir os riscos de seu negócio, deve buscar sempre a legalização de seu negócio, sendo certo que todo empreendimento que exerça uma atividade empresarial deve estar obrigatoriamente legalizado para seu funcionamento. Com o e-commerce não é diferente, todo e-commerce deve estar conforme a legislação empresarial brasileira. O empresário deve buscar os meios para legalizar seu negócio da maneira mais confiável e mais rápida possível para que não tenha problemas futuros.
O que é CNPJ?
As Pessoas jurídicas são entidades criadas por lei que podem assumir obrigações e ter direitos. O CNPJ é a sigla do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, é um número utilizado para identificar entidades jurídicas (pessoas jurídicas ou não) e para facilitar arrecadação e fiscalização do FISCO. Portanto, toda pessoa jurídica deve ter um número de CNPJ, entretanto, nem todo número de CNPJ pertence a uma pessoa jurídica, já que entidades que não são pessoas jurídicas podem ter CNPJ, como por exemplo, são os casos do Empresário Individual e do Microempreendedor Individual (MEI) que são equiparados à Pessoa Jurídica. Para obtenção de um número de CNPJ, o empreendedor pode buscar um dos tipos jurídicos societário para exercício de sua atividade.
MEI - MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL
O e-commerce é uma atividade que pode ser enquadrada nos quadros do MEI. O MEI é a sigla para Microempreendedor Individual, é uma variação da figura do Empresário Individual, com menos burocracias para abertura, legalização e pagamento de tributos de seu negócio. O MEI pode faturar até 60 mil reais por ano, ou seja, até R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por mês. Lembrando que é faturamento e não lucro, faturamento, em definição básica, é todo o valor recebido pelo empreendedor. O MEI pode ter dois funcionários ganhando até o piso da categoria ou o salário mínimo. O MEI deve pagar mensalmente a DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), no valor de R$ 45,00, a verdade esse valor é simbólico que vai praticamente todo para a contribuição previdenciária do empresário e um valor de R$ 5,00 vai para o Estado através de ICMS. Há algumas limitações para ser MEI, como não ser sócio de nenhuma outra empresa e nem ser administrador. A abertura do MEI pode ser feita gratuitamente através da internet ou através de algum parceiro que possa auxiliar no preenchimento para que não haja qualquer preenchimento errado e possa inviabilizar o seu negócio. As principais vantagens do MEI são a diminuição da burocracia, redução de custos contábeis e outros custos. O MEI é isento de tributos federais (Imposto de Renda na Pessoa Jurídica, IPI, CSLL, Pis/Cofins).
A principal desvantagem de ser MEI é que o MEI não é pessoa jurídica, portanto, não há proteção patrimonial do empresarial, ou seja, não há diferença do que é do empresário e o que da “empresa”. Além disso, os rendimentos advindos do MEI (lucros distribuídos ao titular, pessoa física) não são totalmente isentos de imposto de renda na pessoa física, portanto, o empresário deve verificar se deverá pagar ou não imposto de renda na pessoa física.
A Sociedade Limitada e a EIRELI são opções para o e-commerce?
A Sociedade Limitada é um tipo societário no qual a responsabilidade dos sócios é limitada ao valor de suas quotas. A principal vantagem da Sociedade Limitada é ter uma personalidade jurídica, com isso, as obrigações responsabilidades assumidas pela Sociedade Limitada não se confundem com as responsabilidades dos sócios. Por exemplo, dívidas tomadas com fornecedores de roupas, acessórios ou bancos são feitas pela pessoa jurídica e não pela pessoa física (sócio). Nesse sentido, a Sociedade Limitada que é a responsável pelas dívidas e não os sócios. A desvantagem da sociedade limitada é a maior burocracia e a necessidade de haver outro sócio, mesmo que ele só tenha uma única quota.
Já a EIRELI (Empresa individual de responsabilidade limitada) é uma empresa formada por uma única pessoa, diferente do MEI e do Empresário Individual, ela tem personalidade jurídica, sua grande desvantagem é que é necessário declarar um capital social de 100 vezes o salário mínimo. A sociedade limitada e a EIRELI podem adotar o simples nacional na forma de Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte (ME ou EPP) e terão a seguinte tributação:

Independente da forma, a Legalização, além de obrigação, só traz benefícios como abertura de conta empresarial, diminuição de riscos tributários, credibilidade e transparência com os consumidores e fornecedores.
Autor: Felipe Souza, CEO e Fundador da empresa Minha Empresa Legal. Empresa de consultoria e assessoria para legalização de micro e pequenas empresas com baixo investimento.

Confira nesse artigo as diferentes formas de legalizar seu e-commerce e a importância da legalização para sua operação crescer com segurança. Veja também as vantagens e benefícios que tem acesso com seu negócio legalizado.

[ECOSSISTEMA] ​E-commerce Legal é E-commerce legalizado!

A legalização de E-commerce é obrigatória?
O Empreendedor que busca transmitir transparência, diminuir os riscos de seu negócio, deve buscar sempre a legalização de seu negócio, sendo certo que todo empreendimento que exerça uma atividade empresarial deve estar obrigatoriamente legalizado para seu funcionamento. Com o e-commerce não é diferente, todo e-commerce deve estar conforme a legislação empresarial brasileira. O empresário deve buscar os meios para legalizar seu negócio da maneira mais confiável e mais rápida possível para que não tenha problemas futuros.
O que é CNPJ?
As Pessoas jurídicas são entidades criadas por lei que podem assumir obrigações e ter direitos. O CNPJ é a sigla do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, é um número utilizado para identificar entidades jurídicas (pessoas jurídicas ou não) e para facilitar arrecadação e fiscalização do FISCO. Portanto, toda pessoa jurídica deve ter um número de CNPJ, entretanto, nem todo número de CNPJ pertence a uma pessoa jurídica, já que entidades que não são pessoas jurídicas podem ter CNPJ, como por exemplo, são os casos do Empresário Individual e do Microempreendedor Individual (MEI) que são equiparados à Pessoa Jurídica. Para obtenção de um número de CNPJ, o empreendedor pode buscar um dos tipos jurídicos societário para exercício de sua atividade.
MEI - MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL
O e-commerce é uma atividade que pode ser enquadrada nos quadros do MEI. O MEI é a sigla para Microempreendedor Individual, é uma variação da figura do Empresário Individual, com menos burocracias para abertura, legalização e pagamento de tributos de seu negócio. O MEI pode faturar até 60 mil reais por ano, ou seja, até R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por mês. Lembrando que é faturamento e não lucro, faturamento, em definição básica, é todo o valor recebido pelo empreendedor. O MEI pode ter dois funcionários ganhando até o piso da categoria ou o salário mínimo. O MEI deve pagar mensalmente a DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), no valor de R$ 45,00, a verdade esse valor é simbólico que vai praticamente todo para a contribuição previdenciária do empresário e um valor de R$ 5,00 vai para o Estado através de ICMS. Há algumas limitações para ser MEI, como não ser sócio de nenhuma outra empresa e nem ser administrador. A abertura do MEI pode ser feita gratuitamente através da internet ou através de algum parceiro que possa auxiliar no preenchimento para que não haja qualquer preenchimento errado e possa inviabilizar o seu negócio. As principais vantagens do MEI são a diminuição da burocracia, redução de custos contábeis e outros custos. O MEI é isento de tributos federais (Imposto de Renda na Pessoa Jurídica, IPI, CSLL, Pis/Cofins).
A principal desvantagem de ser MEI é que o MEI não é pessoa jurídica, portanto, não há proteção patrimonial do empresarial, ou seja, não há diferença do que é do empresário e o que da “empresa”. Além disso, os rendimentos advindos do MEI (lucros distribuídos ao titular, pessoa física) não são totalmente isentos de imposto de renda na pessoa física, portanto, o empresário deve verificar se deverá pagar ou não imposto de renda na pessoa física.
A Sociedade Limitada e a EIRELI são opções para o e-commerce?
A Sociedade Limitada é um tipo societário no qual a responsabilidade dos sócios é limitada ao valor de suas quotas. A principal vantagem da Sociedade Limitada é ter uma personalidade jurídica, com isso, as obrigações responsabilidades assumidas pela Sociedade Limitada não se confundem com as responsabilidades dos sócios. Por exemplo, dívidas tomadas com fornecedores de roupas, acessórios ou bancos são feitas pela pessoa jurídica e não pela pessoa física (sócio). Nesse sentido, a Sociedade Limitada que é a responsável pelas dívidas e não os sócios. A desvantagem da sociedade limitada é a maior burocracia e a necessidade de haver outro sócio, mesmo que ele só tenha uma única quota.
Já a EIRELI (Empresa individual de responsabilidade limitada) é uma empresa formada por uma única pessoa, diferente do MEI e do Empresário Individual, ela tem personalidade jurídica, sua grande desvantagem é que é necessário declarar um capital social de 100 vezes o salário mínimo. A sociedade limitada e a EIRELI podem adotar o simples nacional na forma de Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte (ME ou EPP) e terão a seguinte tributação:

Independente da forma, a Legalização, além de obrigação, só traz benefícios como abertura de conta empresarial, diminuição de riscos tributários, credibilidade e transparência com os consumidores e fornecedores.
Autor: Felipe Souza, CEO e Fundador da empresa Minha Empresa Legal. Empresa de consultoria e assessoria para legalização de micro e pequenas empresas com baixo investimento.

Confira nesse artigo as diferentes formas de legalizar seu e-commerce e a importância da legalização para sua operação crescer com segurança. Veja também as vantagens e benefícios que tem acesso com seu negócio legalizado.

[ECOSSISTEMA] ​E-commerce Legal é E-commerce legalizado!

A legalização de E-commerce é obrigatória?
O Empreendedor que busca transmitir transparência, diminuir os riscos de seu negócio, deve buscar sempre a legalização de seu negócio, sendo certo que todo empreendimento que exerça uma atividade empresarial deve estar obrigatoriamente legalizado para seu funcionamento. Com o e-commerce não é diferente, todo e-commerce deve estar conforme a legislação empresarial brasileira. O empresário deve buscar os meios para legalizar seu negócio da maneira mais confiável e mais rápida possível para que não tenha problemas futuros.
O que é CNPJ?
As Pessoas jurídicas são entidades criadas por lei que podem assumir obrigações e ter direitos. O CNPJ é a sigla do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, é um número utilizado para identificar entidades jurídicas (pessoas jurídicas ou não) e para facilitar arrecadação e fiscalização do FISCO. Portanto, toda pessoa jurídica deve ter um número de CNPJ, entretanto, nem todo número de CNPJ pertence a uma pessoa jurídica, já que entidades que não são pessoas jurídicas podem ter CNPJ, como por exemplo, são os casos do Empresário Individual e do Microempreendedor Individual (MEI) que são equiparados à Pessoa Jurídica. Para obtenção de um número de CNPJ, o empreendedor pode buscar um dos tipos jurídicos societário para exercício de sua atividade.
MEI - MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL
O e-commerce é uma atividade que pode ser enquadrada nos quadros do MEI. O MEI é a sigla para Microempreendedor Individual, é uma variação da figura do Empresário Individual, com menos burocracias para abertura, legalização e pagamento de tributos de seu negócio. O MEI pode faturar até 60 mil reais por ano, ou seja, até R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por mês. Lembrando que é faturamento e não lucro, faturamento, em definição básica, é todo o valor recebido pelo empreendedor. O MEI pode ter dois funcionários ganhando até o piso da categoria ou o salário mínimo. O MEI deve pagar mensalmente a DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), no valor de R$ 45,00, a verdade esse valor é simbólico que vai praticamente todo para a contribuição previdenciária do empresário e um valor de R$ 5,00 vai para o Estado através de ICMS. Há algumas limitações para ser MEI, como não ser sócio de nenhuma outra empresa e nem ser administrador. A abertura do MEI pode ser feita gratuitamente através da internet ou através de algum parceiro que possa auxiliar no preenchimento para que não haja qualquer preenchimento errado e possa inviabilizar o seu negócio. As principais vantagens do MEI são a diminuição da burocracia, redução de custos contábeis e outros custos. O MEI é isento de tributos federais (Imposto de Renda na Pessoa Jurídica, IPI, CSLL, Pis/Cofins).
A principal desvantagem de ser MEI é que o MEI não é pessoa jurídica, portanto, não há proteção patrimonial do empresarial, ou seja, não há diferença do que é do empresário e o que da “empresa”. Além disso, os rendimentos advindos do MEI (lucros distribuídos ao titular, pessoa física) não são totalmente isentos de imposto de renda na pessoa física, portanto, o empresário deve verificar se deverá pagar ou não imposto de renda na pessoa física.
A Sociedade Limitada e a EIRELI são opções para o e-commerce?
A Sociedade Limitada é um tipo societário no qual a responsabilidade dos sócios é limitada ao valor de suas quotas. A principal vantagem da Sociedade Limitada é ter uma personalidade jurídica, com isso, as obrigações responsabilidades assumidas pela Sociedade Limitada não se confundem com as responsabilidades dos sócios. Por exemplo, dívidas tomadas com fornecedores de roupas, acessórios ou bancos são feitas pela pessoa jurídica e não pela pessoa física (sócio). Nesse sentido, a Sociedade Limitada que é a responsável pelas dívidas e não os sócios. A desvantagem da sociedade limitada é a maior burocracia e a necessidade de haver outro sócio, mesmo que ele só tenha uma única quota.
Já a EIRELI (Empresa individual de responsabilidade limitada) é uma empresa formada por uma única pessoa, diferente do MEI e do Empresário Individual, ela tem personalidade jurídica, sua grande desvantagem é que é necessário declarar um capital social de 100 vezes o salário mínimo. A sociedade limitada e a EIRELI podem adotar o simples nacional na forma de Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte (ME ou EPP) e terão a seguinte tributação:

Independente da forma, a Legalização, além de obrigação, só traz benefícios como abertura de conta empresarial, diminuição de riscos tributários, credibilidade e transparência com os consumidores e fornecedores.
Autor: Felipe Souza, CEO e Fundador da empresa Minha Empresa Legal. Empresa de consultoria e assessoria para legalização de micro e pequenas empresas com baixo investimento.

Confira nesse artigo as diferentes formas de legalizar seu e-commerce e a importância da legalização para sua operação crescer com segurança. Veja também as vantagens e benefícios que tem acesso com seu negócio legalizado.

[ECOSSISTEMA] ​E-commerce Legal é E-commerce legalizado!

A legalização de E-commerce é obrigatória?
O Empreendedor que busca transmitir transparência, diminuir os riscos de seu negócio, deve buscar sempre a legalização de seu negócio, sendo certo que todo empreendimento que exerça uma atividade empresarial deve estar obrigatoriamente legalizado para seu funcionamento. Com o e-commerce não é diferente, todo e-commerce deve estar conforme a legislação empresarial brasileira. O empresário deve buscar os meios para legalizar seu negócio da maneira mais confiável e mais rápida possível para que não tenha problemas futuros.
O que é CNPJ?
As Pessoas jurídicas são entidades criadas por lei que podem assumir obrigações e ter direitos. O CNPJ é a sigla do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, é um número utilizado para identificar entidades jurídicas (pessoas jurídicas ou não) e para facilitar arrecadação e fiscalização do FISCO. Portanto, toda pessoa jurídica deve ter um número de CNPJ, entretanto, nem todo número de CNPJ pertence a uma pessoa jurídica, já que entidades que não são pessoas jurídicas podem ter CNPJ, como por exemplo, são os casos do Empresário Individual e do Microempreendedor Individual (MEI) que são equiparados à Pessoa Jurídica. Para obtenção de um número de CNPJ, o empreendedor pode buscar um dos tipos jurídicos societário para exercício de sua atividade.
MEI - MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL
O e-commerce é uma atividade que pode ser enquadrada nos quadros do MEI. O MEI é a sigla para Microempreendedor Individual, é uma variação da figura do Empresário Individual, com menos burocracias para abertura, legalização e pagamento de tributos de seu negócio. O MEI pode faturar até 60 mil reais por ano, ou seja, até R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por mês. Lembrando que é faturamento e não lucro, faturamento, em definição básica, é todo o valor recebido pelo empreendedor. O MEI pode ter dois funcionários ganhando até o piso da categoria ou o salário mínimo. O MEI deve pagar mensalmente a DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), no valor de R$ 45,00, a verdade esse valor é simbólico que vai praticamente todo para a contribuição previdenciária do empresário e um valor de R$ 5,00 vai para o Estado através de ICMS. Há algumas limitações para ser MEI, como não ser sócio de nenhuma outra empresa e nem ser administrador. A abertura do MEI pode ser feita gratuitamente através da internet ou através de algum parceiro que possa auxiliar no preenchimento para que não haja qualquer preenchimento errado e possa inviabilizar o seu negócio. As principais vantagens do MEI são a diminuição da burocracia, redução de custos contábeis e outros custos. O MEI é isento de tributos federais (Imposto de Renda na Pessoa Jurídica, IPI, CSLL, Pis/Cofins).
A principal desvantagem de ser MEI é que o MEI não é pessoa jurídica, portanto, não há proteção patrimonial do empresarial, ou seja, não há diferença do que é do empresário e o que da “empresa”. Além disso, os rendimentos advindos do MEI (lucros distribuídos ao titular, pessoa física) não são totalmente isentos de imposto de renda na pessoa física, portanto, o empresário deve verificar se deverá pagar ou não imposto de renda na pessoa física.
A Sociedade Limitada e a EIRELI são opções para o e-commerce?
A Sociedade Limitada é um tipo societário no qual a responsabilidade dos sócios é limitada ao valor de suas quotas. A principal vantagem da Sociedade Limitada é ter uma personalidade jurídica, com isso, as obrigações responsabilidades assumidas pela Sociedade Limitada não se confundem com as responsabilidades dos sócios. Por exemplo, dívidas tomadas com fornecedores de roupas, acessórios ou bancos são feitas pela pessoa jurídica e não pela pessoa física (sócio). Nesse sentido, a Sociedade Limitada que é a responsável pelas dívidas e não os sócios. A desvantagem da sociedade limitada é a maior burocracia e a necessidade de haver outro sócio, mesmo que ele só tenha uma única quota.
Já a EIRELI (Empresa individual de responsabilidade limitada) é uma empresa formada por uma única pessoa, diferente do MEI e do Empresário Individual, ela tem personalidade jurídica, sua grande desvantagem é que é necessário declarar um capital social de 100 vezes o salário mínimo. A sociedade limitada e a EIRELI podem adotar o simples nacional na forma de Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte (ME ou EPP) e terão a seguinte tributação:

Independente da forma, a Legalização, além de obrigação, só traz benefícios como abertura de conta empresarial, diminuição de riscos tributários, credibilidade e transparência com os consumidores e fornecedores.
Autor: Felipe Souza, CEO e Fundador da empresa Minha Empresa Legal. Empresa de consultoria e assessoria para legalização de micro e pequenas empresas com baixo investimento.

Aconteceu nos dias 04,05 e 06 de março em Indaiatuba / SP o evento Guia-se Mega Partners. O evento que tem como objetivo capacitação e discussão de novas técnicas de vendas para os mais de 80 franqueados da rede em todo Brasil.

[EVENTOS] Participamos do evento Guia-se Mega Partners 2015

3ª Edição do Mega Partners contou com 10 palestras, 40 franqueados e muito conhecimento e networking
Com 10 palestras em três dias de evento, a 3ª edição do Mega Partners – evento realizado pela Guia-se Negócios pela Internet, com o objetivo de fomentar as vendas, parcerias e o empreendedorismo – foi finalizado com sucesso na última sexta-feira, dia 6 de março, na sede da empresa em Indaiatuba/SP. O evento foi marcado pela apresentação do lançamento do Google no Brasil: o Google Maps Business View, uma nova plataforma que permite que proprietários criem passeios virtuais fotográficos de 360° dentro de seus estabelecimentos comerciais, a palestra e apresentação do Guia-Se Commerce, um ecossistema para vender serviços de e-commerce que tem a tecnologia Xtech Commerce como principal parceiro e base do ecossistema e uma mini palestra motivacional de vendas de um dos cinco maiores palestrantes e professores de vendas do Brasil de acordo com a Revista VendaMais, José Ricardo Noronha.
Para o diretor presidente da Guia-se, José Rubens Oliva Rodrigues, o ponto alto nesta edição do Mega Partners foi a integração entre os franqueados. “Foi excelente, não só pelos treinamentos e pela novidade que lançamentos, mas porque conseguimos alavancar o entusiamos na rede para o ano de 2015, que promete ser de muito esforço”, enfatiza.
A programação do Mega Partners ocorreu do dia 4 ao dia 6 e contou com treinamentos, apresentações e palestras. Nossa participação aconteceu no último dia do evento e pode contar com auditório cheio e uma interação muito grande entre nosso time, representado por Alfredo Soares (CEO) e Jordão Bevilaqua (COO) e os franqueados presentes. O mercado de e-commerce vem crescendo muito e a procura por esse serviço cresce a cada dia.
mega partners 6
Cristiano Justo, franqueado de Porto Alegre/RS, declara que valeu muito ter comparecido ao Mega Partners. “Toda vez que venho a um evento da Guia-se mexo na minha estratégia para o ano. Não estava considerando priorizar as ações em e-commerce e esta é uma mudança que vou fazer para aproveitar o momento do mercado”, revela. “Também teve a novidade do Business View, que foi muito legal. Pegamos as ideias e novidades, nos realinhamos e saímos na frente da concorrência.”
Estiveram presentes no evento dois representantes do Google: Carol Alencar, estrategista de contas do time do Conselho de Agências, e Emanuel Elandivar, da equipe do controle de qualidade dos Estados Unidos. Eles abordaram o serviço do Google Adwords e todo o suporte que o grupo de Novos Negócios pode oferecer.
Fonte: Blog Guia-se

Aconteceu nos dias 04,05 e 06 de março em Indaiatuba / SP o evento Guia-se Mega Partners. O evento que tem como objetivo capacitação e discussão de novas técnicas de vendas para os mais de 80 franqueados da rede em todo Brasil.

[EVENTOS] Participamos do evento Guia-se Mega Partners 2015

3ª Edição do Mega Partners contou com 10 palestras, 40 franqueados e muito conhecimento e networking
Com 10 palestras em três dias de evento, a 3ª edição do Mega Partners – evento realizado pela Guia-se Negócios pela Internet, com o objetivo de fomentar as vendas, parcerias e o empreendedorismo – foi finalizado com sucesso na última sexta-feira, dia 6 de março, na sede da empresa em Indaiatuba/SP. O evento foi marcado pela apresentação do lançamento do Google no Brasil: o Google Maps Business View, uma nova plataforma que permite que proprietários criem passeios virtuais fotográficos de 360° dentro de seus estabelecimentos comerciais, a palestra e apresentação do Guia-Se Commerce, um ecossistema para vender serviços de e-commerce que tem a tecnologia Xtech Commerce como principal parceiro e base do ecossistema e uma mini palestra motivacional de vendas de um dos cinco maiores palestrantes e professores de vendas do Brasil de acordo com a Revista VendaMais, José Ricardo Noronha.
Para o diretor presidente da Guia-se, José Rubens Oliva Rodrigues, o ponto alto nesta edição do Mega Partners foi a integração entre os franqueados. “Foi excelente, não só pelos treinamentos e pela novidade que lançamentos, mas porque conseguimos alavancar o entusiamos na rede para o ano de 2015, que promete ser de muito esforço”, enfatiza.
A programação do Mega Partners ocorreu do dia 4 ao dia 6 e contou com treinamentos, apresentações e palestras. Nossa participação aconteceu no último dia do evento e pode contar com auditório cheio e uma interação muito grande entre nosso time, representado por Alfredo Soares (CEO) e Jordão Bevilaqua (COO) e os franqueados presentes. O mercado de e-commerce vem crescendo muito e a procura por esse serviço cresce a cada dia.
mega partners 6
Cristiano Justo, franqueado de Porto Alegre/RS, declara que valeu muito ter comparecido ao Mega Partners. “Toda vez que venho a um evento da Guia-se mexo na minha estratégia para o ano. Não estava considerando priorizar as ações em e-commerce e esta é uma mudança que vou fazer para aproveitar o momento do mercado”, revela. “Também teve a novidade do Business View, que foi muito legal. Pegamos as ideias e novidades, nos realinhamos e saímos na frente da concorrência.”
Estiveram presentes no evento dois representantes do Google: Carol Alencar, estrategista de contas do time do Conselho de Agências, e Emanuel Elandivar, da equipe do controle de qualidade dos Estados Unidos. Eles abordaram o serviço do Google Adwords e todo o suporte que o grupo de Novos Negócios pode oferecer.
Fonte: Blog Guia-se

Aconteceu nos dias 04,05 e 06 de março em Indaiatuba / SP o evento Guia-se Mega Partners. O evento que tem como objetivo capacitação e discussão de novas técnicas de vendas para os mais de 80 franqueados da rede em todo Brasil.

[EVENTOS] Participamos do evento Guia-se Mega Partners 2015

3ª Edição do Mega Partners contou com 10 palestras, 40 franqueados e muito conhecimento e networking
Com 10 palestras em três dias de evento, a 3ª edição do Mega Partners – evento realizado pela Guia-se Negócios pela Internet, com o objetivo de fomentar as vendas, parcerias e o empreendedorismo – foi finalizado com sucesso na última sexta-feira, dia 6 de março, na sede da empresa em Indaiatuba/SP. O evento foi marcado pela apresentação do lançamento do Google no Brasil: o Google Maps Business View, uma nova plataforma que permite que proprietários criem passeios virtuais fotográficos de 360° dentro de seus estabelecimentos comerciais, a palestra e apresentação do Guia-Se Commerce, um ecossistema para vender serviços de e-commerce que tem a tecnologia Xtech Commerce como principal parceiro e base do ecossistema e uma mini palestra motivacional de vendas de um dos cinco maiores palestrantes e professores de vendas do Brasil de acordo com a Revista VendaMais, José Ricardo Noronha.
Para o diretor presidente da Guia-se, José Rubens Oliva Rodrigues, o ponto alto nesta edição do Mega Partners foi a integração entre os franqueados. “Foi excelente, não só pelos treinamentos e pela novidade que lançamentos, mas porque conseguimos alavancar o entusiamos na rede para o ano de 2015, que promete ser de muito esforço”, enfatiza.
A programação do Mega Partners ocorreu do dia 4 ao dia 6 e contou com treinamentos, apresentações e palestras. Nossa participação aconteceu no último dia do evento e pode contar com auditório cheio e uma interação muito grande entre nosso time, representado por Alfredo Soares (CEO) e Jordão Bevilaqua (COO) e os franqueados presentes. O mercado de e-commerce vem crescendo muito e a procura por esse serviço cresce a cada dia.
mega partners 6
Cristiano Justo, franqueado de Porto Alegre/RS, declara que valeu muito ter comparecido ao Mega Partners. “Toda vez que venho a um evento da Guia-se mexo na minha estratégia para o ano. Não estava considerando priorizar as ações em e-commerce e esta é uma mudança que vou fazer para aproveitar o momento do mercado”, revela. “Também teve a novidade do Business View, que foi muito legal. Pegamos as ideias e novidades, nos realinhamos e saímos na frente da concorrência.”
Estiveram presentes no evento dois representantes do Google: Carol Alencar, estrategista de contas do time do Conselho de Agências, e Emanuel Elandivar, da equipe do controle de qualidade dos Estados Unidos. Eles abordaram o serviço do Google Adwords e todo o suporte que o grupo de Novos Negócios pode oferecer.
Fonte: Blog Guia-se

Aconteceu nos dias 04,05 e 06 de março em Indaiatuba / SP o evento Guia-se Mega Partners. O evento que tem como objetivo capacitação e discussão de novas técnicas de vendas para os mais de 80 franqueados da rede em todo Brasil.

[EVENTOS] Participamos do evento Guia-se Mega Partners 2015

3ª Edição do Mega Partners contou com 10 palestras, 40 franqueados e muito conhecimento e networking
Com 10 palestras em três dias de evento, a 3ª edição do Mega Partners – evento realizado pela Guia-se Negócios pela Internet, com o objetivo de fomentar as vendas, parcerias e o empreendedorismo – foi finalizado com sucesso na última sexta-feira, dia 6 de março, na sede da empresa em Indaiatuba/SP. O evento foi marcado pela apresentação do lançamento do Google no Brasil: o Google Maps Business View, uma nova plataforma que permite que proprietários criem passeios virtuais fotográficos de 360° dentro de seus estabelecimentos comerciais, a palestra e apresentação do Guia-Se Commerce, um ecossistema para vender serviços de e-commerce que tem a tecnologia Xtech Commerce como principal parceiro e base do ecossistema e uma mini palestra motivacional de vendas de um dos cinco maiores palestrantes e professores de vendas do Brasil de acordo com a Revista VendaMais, José Ricardo Noronha.
Para o diretor presidente da Guia-se, José Rubens Oliva Rodrigues, o ponto alto nesta edição do Mega Partners foi a integração entre os franqueados. “Foi excelente, não só pelos treinamentos e pela novidade que lançamentos, mas porque conseguimos alavancar o entusiamos na rede para o ano de 2015, que promete ser de muito esforço”, enfatiza.
A programação do Mega Partners ocorreu do dia 4 ao dia 6 e contou com treinamentos, apresentações e palestras. Nossa participação aconteceu no último dia do evento e pode contar com auditório cheio e uma interação muito grande entre nosso time, representado por Alfredo Soares (CEO) e Jordão Bevilaqua (COO) e os franqueados presentes. O mercado de e-commerce vem crescendo muito e a procura por esse serviço cresce a cada dia.
mega partners 6
Cristiano Justo, franqueado de Porto Alegre/RS, declara que valeu muito ter comparecido ao Mega Partners. “Toda vez que venho a um evento da Guia-se mexo na minha estratégia para o ano. Não estava considerando priorizar as ações em e-commerce e esta é uma mudança que vou fazer para aproveitar o momento do mercado”, revela. “Também teve a novidade do Business View, que foi muito legal. Pegamos as ideias e novidades, nos realinhamos e saímos na frente da concorrência.”
Estiveram presentes no evento dois representantes do Google: Carol Alencar, estrategista de contas do time do Conselho de Agências, e Emanuel Elandivar, da equipe do controle de qualidade dos Estados Unidos. Eles abordaram o serviço do Google Adwords e todo o suporte que o grupo de Novos Negócios pode oferecer.
Fonte: Blog Guia-se

Como primeira ação oficial do calendário de marketing de 2015 a equipe Xtech Commerce estará em São Paulo dos dias 7 a 10 de Fevereiro para participar da maior feira de empreendedorismo da América Latina.

[EVENTOS] Começa hoje nossa participação na Feira do Empreendedor São Paulo 2015

Como primeira ação oficial do calendário de marketing de 2015 a equipe Xtech Commerce estará em São Paulo dos dias 7 a 10 de Fevereiro para participar da maior feira de empreendedorismo da América Latina.
A Feira do Empreendedor é um evento produzido pelo SEBRAE-SP a tem expectativa de receber mais de 100 mil empreendedores em 04 dias na grande São Paulo.
Além da Xtech Commerce vão estar presentes na feira outros parceiros como: Guia-Se Negócios pela Internet, TinyERP, Bling, PagSeguro, Cielo, Facebook, Google, CGD Brasil, Minha Empresa Legal e muito mais.
''Nossa expectativa para a feira é muito grande, estamos indo com objetivo de apresentar todos diferenciais da plataforma, captar novos parceiros e fortificar o posicionamento de marca na capital do e-commerce nacional'' conta Alfredo Soares, CEO e Fundador da Xtech Commerce antes do inicio da feira.
Fique por dentro das feiras que a Xtech Commerce vai marcar presença ainda esse ano e participe para ganhar promoções e bônus para turbinar sua loja virtual!

Como primeira ação oficial do calendário de marketing de 2015 a equipe Xtech Commerce estará em São Paulo dos dias 7 a 10 de Fevereiro para participar da maior feira de empreendedorismo da América Latina.

[EVENTOS] Começa hoje nossa participação na Feira do Empreendedor São Paulo 2015

Como primeira ação oficial do calendário de marketing de 2015 a equipe Xtech Commerce estará em São Paulo dos dias 7 a 10 de Fevereiro para participar da maior feira de empreendedorismo da América Latina.
A Feira do Empreendedor é um evento produzido pelo SEBRAE-SP a tem expectativa de receber mais de 100 mil empreendedores em 04 dias na grande São Paulo.
Além da Xtech Commerce vão estar presentes na feira outros parceiros como: Guia-Se Negócios pela Internet, TinyERP, Bling, PagSeguro, Cielo, Facebook, Google, CGD Brasil, Minha Empresa Legal e muito mais.
''Nossa expectativa para a feira é muito grande, estamos indo com objetivo de apresentar todos diferenciais da plataforma, captar novos parceiros e fortificar o posicionamento de marca na capital do e-commerce nacional'' conta Alfredo Soares, CEO e Fundador da Xtech Commerce antes do inicio da feira.
Fique por dentro das feiras que a Xtech Commerce vai marcar presença ainda esse ano e participe para ganhar promoções e bônus para turbinar sua loja virtual!

Como primeira ação oficial do calendário de marketing de 2015 a equipe Xtech Commerce estará em São Paulo dos dias 7 a 10 de Fevereiro para participar da maior feira de empreendedorismo da América Latina.

[EVENTOS] Começa hoje nossa participação na Feira do Empreendedor São Paulo 2015

Como primeira ação oficial do calendário de marketing de 2015 a equipe Xtech Commerce estará em São Paulo dos dias 7 a 10 de Fevereiro para participar da maior feira de empreendedorismo da América Latina.
A Feira do Empreendedor é um evento produzido pelo SEBRAE-SP a tem expectativa de receber mais de 100 mil empreendedores em 04 dias na grande São Paulo.
Além da Xtech Commerce vão estar presentes na feira outros parceiros como: Guia-Se Negócios pela Internet, TinyERP, Bling, PagSeguro, Cielo, Facebook, Google, CGD Brasil, Minha Empresa Legal e muito mais.
''Nossa expectativa para a feira é muito grande, estamos indo com objetivo de apresentar todos diferenciais da plataforma, captar novos parceiros e fortificar o posicionamento de marca na capital do e-commerce nacional'' conta Alfredo Soares, CEO e Fundador da Xtech Commerce antes do inicio da feira.
Fique por dentro das feiras que a Xtech Commerce vai marcar presença ainda esse ano e participe para ganhar promoções e bônus para turbinar sua loja virtual!

Como primeira ação oficial do calendário de marketing de 2015 a equipe Xtech Commerce estará em São Paulo dos dias 7 a 10 de Fevereiro para participar da maior feira de empreendedorismo da América Latina.

[EVENTOS] Começa hoje nossa participação na Feira do Empreendedor São Paulo 2015

Como primeira ação oficial do calendário de marketing de 2015 a equipe Xtech Commerce estará em São Paulo dos dias 7 a 10 de Fevereiro para participar da maior feira de empreendedorismo da América Latina.
A Feira do Empreendedor é um evento produzido pelo SEBRAE-SP a tem expectativa de receber mais de 100 mil empreendedores em 04 dias na grande São Paulo.
Além da Xtech Commerce vão estar presentes na feira outros parceiros como: Guia-Se Negócios pela Internet, TinyERP, Bling, PagSeguro, Cielo, Facebook, Google, CGD Brasil, Minha Empresa Legal e muito mais.
''Nossa expectativa para a feira é muito grande, estamos indo com objetivo de apresentar todos diferenciais da plataforma, captar novos parceiros e fortificar o posicionamento de marca na capital do e-commerce nacional'' conta Alfredo Soares, CEO e Fundador da Xtech Commerce antes do inicio da feira.
Fique por dentro das feiras que a Xtech Commerce vai marcar presença ainda esse ano e participe para ganhar promoções e bônus para turbinar sua loja virtual!

Em parceria com o especialista em e-commerce Tiago Marinho, sócio fundador do curso online E-COMMERCE EXPERTS, nós lançamos o E-BOOK com objetivo de mostrar para os empreendedores que buscam investir em montar um e-commerce saibam de cada etapa para se construir uma loja virtual de sucesso.

[E-BOOKS] Baixe nosso EBOOK GRÁTIS sobre Como Montar uma Loja Virtual de Sucesso

Em parceria com o especialista em e-commerce Tiago Marinho, sócio fundador do curso online E-COMMERCE EXPERTS, nós lançamos o E-BOOK com objetivo de mostrar para os empreendedores que buscam investir em montar um e-commerce saibam de cada etapa para se construir uma loja virtual de sucesso.
>>> CLIQUE AQUI E FAÇA SEU DOWNLOAD GRÁTIS <<<

Em parceria com o especialista em e-commerce Tiago Marinho, sócio fundador do curso online E-COMMERCE EXPERTS, nós lançamos o E-BOOK com objetivo de mostrar para os empreendedores que buscam investir em montar um e-commerce saibam de cada etapa para se construir uma loja virtual de sucesso.

[E-BOOKS] Baixe nosso EBOOK GRÁTIS sobre Como Montar uma Loja Virtual de Sucesso

Em parceria com o especialista em e-commerce Tiago Marinho, sócio fundador do curso online E-COMMERCE EXPERTS, nós lançamos o E-BOOK com objetivo de mostrar para os empreendedores que buscam investir em montar um e-commerce saibam de cada etapa para se construir uma loja virtual de sucesso.
>>> CLIQUE AQUI E FAÇA SEU DOWNLOAD GRÁTIS <<<

Em parceria com o especialista em e-commerce Tiago Marinho, sócio fundador do curso online E-COMMERCE EXPERTS, nós lançamos o E-BOOK com objetivo de mostrar para os empreendedores que buscam investir em montar um e-commerce saibam de cada etapa para se construir uma loja virtual de sucesso.

[E-BOOKS] Baixe nosso EBOOK GRÁTIS sobre Como Montar uma Loja Virtual de Sucesso

Em parceria com o especialista em e-commerce Tiago Marinho, sócio fundador do curso online E-COMMERCE EXPERTS, nós lançamos o E-BOOK com objetivo de mostrar para os empreendedores que buscam investir em montar um e-commerce saibam de cada etapa para se construir uma loja virtual de sucesso.
>>> CLIQUE AQUI E FAÇA SEU DOWNLOAD GRÁTIS <<<

Em parceria com o especialista em e-commerce Tiago Marinho, sócio fundador do curso online E-COMMERCE EXPERTS, nós lançamos o E-BOOK com objetivo de mostrar para os empreendedores que buscam investir em montar um e-commerce saibam de cada etapa para se construir uma loja virtual de sucesso.

[E-BOOKS] Baixe nosso EBOOK GRÁTIS sobre Como Montar uma Loja Virtual de Sucesso

Em parceria com o especialista em e-commerce Tiago Marinho, sócio fundador do curso online E-COMMERCE EXPERTS, nós lançamos o E-BOOK com objetivo de mostrar para os empreendedores que buscam investir em montar um e-commerce saibam de cada etapa para se construir uma loja virtual de sucesso.
>>> CLIQUE AQUI E FAÇA SEU DOWNLOAD GRÁTIS <<<